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Hamilton T. Costa

Hamilton T. Costa

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Seguimos publicando a séria escrita por David Zwang do WhatTheyThink sobre as inkjets de produção na próxima drupa 2016

Neste artigo, David olha para a Xeikon, sua nova tecnologia de Toner Líquido Trillium e suas impressoras, assim como suas últimas ofertas em preparação para a drupa 2016

By David Zwang

Published: March 22, 2016

Certo, primeiro de tudo, preciso explicar porque escolhi adicionar a Xeikon a esta série sobre inkjets de produção quando, de fato, eles não têm, atualmente, nenhuma solução baseada na tecnologia de inkjet. A principal razão é a introdução da nova impressora Xeikon Trillium One de alimentação continua com toner liquido, que foi desenhada para competir contra o dry toner, tanto quanto com as impressoras de inkjet, principalmente estas últimas.

Se você não prestou atenção nos últimos dois anos, em abril de 2014, o grupo Flint, presente em mais de 137 locais no mundo, foi comprado por dois significativos players: o poderoso grupo financeiro Goldman Sachs e o Koch Industries, um dos conglomerados de mais rápido crescimento no mundo..

Como novos recursos e direcionamento, não levou muito tempo para que o grupo Flint mostrasse suas intenções e significativamente crescer seu portfolio com a aquisição da Xeikon em dezembro de 2015. Esta sua primeira aquisição expandiu os negócios do Fint Group além de somente fabricar tintas. A Flint fez agora uma afirmação de que querem fabricar os equipamentos que dirigem também o consumo de tintas. E enquanto a Xeikon é o primeiro fabricante de equipamentos adquirido pelo grupo Flint, minha expectativa é a de que haverá aquisições adicionais no futuro, com o potencial de criar um outro jogador significativo no espaço de produção gráfica digital. Será que talvez alguma empresa com tecnologia de inkjet esteja no horizonte para a Flint?

Xeikon tem um longa história de fabricação e implementação de sistemas de impressão baseados em toner. A empresa desenha e manufatura suas próprias barras de imagem LED. Fabrica seus próprios toners e tem tido sucesso desenhando e construindo transportes de substratos desde sua primeira entrega do DCP-1 em 1994. Estamos todos razoavelmente familiarizados com o toner seco, processo eletrofotográfico que está no coração da maioria dos equipamentos digitais em uso hoje. Nos últimos anos temos visto e temos sido impressionados pela habilidade dos fabricantes de equipamentos que realmente levaram essa tecnologia aos seus limites. A qualidade tem sido capaz de alcançar a marca estabelecida pela offset, tornando-a uma tecnologia gráfica madura e competitiva. Entretanto,  assim como a adoção dessa tecnologia cresceu, a habilidade para aumentar a velocidade e largura da impressão se tornaram uma barreira real para futuras expansões. Enquanto o mercado olha para a inkjet de produção como capaz de ultrapassar essas limitações, o fato é que a tecnologia de toner liquido pode realmente superar essas limitações atuais.

Imagem Trillium One 

Fui  apresentado à tecnologia trillium pela primeira vez em fevereiro de 2012 na preparação para a drupa daquele ano. De fato na drupa, a Xeikok mostrou uma amostra de uma cor da tecnologia Trillium no segundo andar do seu estande. Na época eu estava muito impressionado sobre o que poderia ser realizado com a tecnologia de Toner Líquido. Não apenas pelo fato de que ela poderia passar os limites do toner seco, mas que também poderia fazer isso com um custo mais baixo!!. Bem, agora a Xeikon está introduzindo a Trillium One, uma impressora quatro cores usando a tecnologia Trillium e que foi desenhada para marketing direto, catálogos e equivalentes. A Xeikon tem a reputação de produzir impressos com um alto contraste gráfico e forte pigmentação, portanto produzir impressos de alta qualidade está no cerne da empresa.

A resolução de imagens das impressoras Xeikon de toner seco tem sido sempre notável com 1200 x 1300 dpi. No passado, para demonstrar o que isso significa, alguns funcionários da Xeikon produziram a Declaração dos Direitos Humanos impressos em tipos de 1 ponto no verso de seus cartões de visita e, incrivelmente, podiam ser lidos com uma lupa. De fato, o equipamento de toner seco da Xeikon recém recebeu a aprovação do governo Belga para imprimir os selos oficiais de impostos. Para garantir a segurança desses selos, o quais, na prática, são considerados dinheiro, é requerido um nível de detalhes que é difícil de replicar na maioria dos processos de impressão.

Para a Trillium One, a Xeikon manteve os 1200 dpi de densidade varável de ponto tal como tem em sua atual linha de toner seco.

O sucesso dessa tecnologia está baseada em dois princípios básicos: microgapping e toner liquido. No diagrama abaixo vocês podem ver o sistema de imagem. Há um sistema idêntico para cada cor dentro da impressora.

Trillium microgapping

Microgapping é melhor descrito como um espaço de 5 microns entre cada um dos pontos de toque no sistema de imagem. Estão entre o anilox e os rolos mestres, o mestre e o tambor fotocondutor, entre o tambor fotoreprodutor e o tambor intermediário, o qual então transfere o toner para o papel. Esses micro espaços (microgaps) fazem com que o mecanismo disperse de forma acurada e eficiente o toner liquido.

O toner liquido concentrado Trillium, chamado TONNIK, será inicialmente vendido em containers de 10 litros e é manufaturado de forma única. A Xeikon indica que há planos de fornecer toner em tambores maiores pata instalações de alto volume. O TONNIK começa como uma resina que é a mesma usada na formulação do toner seco da Xeikon e pulverizada em partículas de 1 mm. Ela é então partilhada em 10 microns e misturada com agentes de dispersão e um transportador liquido.

Usam então um equipamento de alta velocidade de pulverização líquida onde as partículas são reduzidas a 2 microns em forma de disco. As partículas resultantes quando mixadas com um agente especial dispersantes criam partículas estáveis que rejeitam as partículas adjacentes. Com um calor apropriado é adicionado ao processo de imagem, a estabilidade da dispersão é reduzida/removida facilitando a fusão das partículas.

O transportador liquido é um óieo branco com alto ponto de ebulição, não volátil e não condutivo. A espessura do liquido transportador é removido mecanicamente durante a divisão da deposição natural no processo de microgapping enquanto uma pequena porção é transferida ao substrato com duas etapas naturais de remoção durante a fusão por contato e não-contato. Todo o liquido transportador recuperado é reusado. A “destintalização” é de 94% com  base no teste  alemão Ingede que é o mesmo grau que a Xeikon tem alcançado para sua soluções de toner seco. O sistema é desenhado para reduzir os impactos ambientais. Em adição ao fato de que não há evaporação no óleo transportador, somente reciclagem, tampouco uma secagem suplementar é necessária, como é necessária no sistema inkjet.

O video a seguir ilustra o movimento das partículas de toner entre o anilox e os rolos mestres. Aqui você pode ver a dispersão inicial das partículas.

 

O próximo vídeo ilustra as partículas se movendo entre o rolo mestre e o tambor fotocondutor. Você pode ver que as partículas foram dispersadas ainda mais baseado nos requisitos de imagem do fotocondutor.

 

Finalmente as partículas são transferidas para a mídia, com o remanescente liquido transportador sendo ambos removidos e transferidos como visto abaixo:

 

O resultado desse processo é um impressão muito suave, sem a sensação levantada da impressão toner.

O sistema de transporte da Trillium One

O transporte Trillium One segue o modelo predecessor de transporte estabelecido nas impressoras Xeikon de toner seco desde 1994. É uma configuração em torre, que permite às impressoras Xeikon ter uma ocupação compacta de espaço de cerca de 5 x 9 m

Trillium transporte

Ela tem uma largura de impressão de 50cm e imprime a uma velocidade de 60m/ min (200 fpm) (A Xeikon declara que no laboratório foi demonstrado que a Trillium tem a capacidade de imprimir no dobro dessa velocidade). O volume indicado é de 5 a 15 milhões de folhas A3 por mês. Não há otimizador ou pre-coating requerido para o processo de fusão e a temperatura de fusão é relativamente baixa, o que deve permitir o uso de uma boa quantidade e versatilidade de substratos. A Xeikon está no processo de certificação de substratos e fornecerá a informação quando estiver disponível.

De acordo com a Xeikon, como não há cabeças de inkjet ou chapas de impressão não se pode comparar a eficiência do microgap e o processo toner; adicionalmente a Trillium One produz uma impressão que realmente é menos custosa que a de toner seco. E em casos onde não há cobertura de tinta acima de aproximadamente 40%, ela é ainda mais barata do que a produção inkjet. Isso traz um desafio interessante para a horizonte da produção inkjet.

Enquanto parece que a tecnologia Trillium tem o potencial de ser aplicada em múltiplos segmentos de mercado, incluindo embalagens, a Xeikon escolheu focar a impressora Trillium One no mercado de impressão de documentos.

Xeikon DFE e Suporte Front End 

Como as outras impressoras Xeikon, a Trillium One é dirigida pelo Xeikon X-800 DFE. Esse DFE, baseado no Adobe PDF Print Engine (APPE) pode também suportar AFP/IPDS a uma velocidade de motor controlada. A Xeikon também desenvolveu o Vectorizor para gerar arquivos de corte e vinco, Controle de Cores para gerar perfis ICC e bibliotecas de cores spot, um modulo de códigos de barra para gerar códigos de 1D e 2D, Impactor para criar imposições  e ColorKey para monitorar e analisar a qualidade de produção.

Diferente de muitos fabricantes de impressoras eletrofotográficas, a Xeikon não usa um modelo de cobrança por click. Suas impressoras são vendidas com programas de manutenção e os consumíveis são comprados de acordo com as necessidades. A Trillium One está agendada para começar suas entregas no Segundo trimestre de 2017 e será demonstrada na drupa. O estande da Xeikon na drupa incluirá uma experiência de realidade virtual que permitirá ao visitante “ver dentro” da impressora quando ela estiver funcionando.

Outra inovações de impressão Xeikon sendo mostradas na drupa

Na Labelexpo, no ultimo outono em Bruxelas, a Xeikon introduziu sua nova Tecnologia de Fusão direcionada ao mercado de rótulos e embalagens. Essa tecnologia foi desenhada para ser uma plataforma modular simples que é flexível e pode ser mudada para suportar as atuais e futuras necessidades. Ela pode suportar cores além do processo de 4 cores, mas também pode suportar outros enfeites “todos digitais”, atualmente incluindo: ScreenWhite, Verniz Tátil, Cores Spot, Braile e Foil quente e frio.

A Xeikon também estará mostrando sua nova Suite de Cartão Semi Rígido (folding carton) na drupa. Baseada em sua série de impressoras 3000, essa solução fornece uma solução de ponta a ponta para a produção de embalagens em cartões semi rígidos, incluindo impressão a 5 cores em até 63 fpm (19m/ min). A empresa também desenvolveu a Xeikon FDU (Unidade Flatbed de corte e vinco). Ela opera até 2000 folhas por hora com o corte e vinco no tamanho de 48,8 x 70 cm. Ela pode suportar de 160 a 890 microns de espessura incluindo corrugados micro ondulados. Ela foi desenhada para fazer registros automáticos e precisos das folhas para o corte e vinco sem registros que tomem tempo.

Os toners secos da Xeikon estão disponiveis em CMYK, Verde Azulado, Laranja e Extra Magenta. Adicionalmente a Xeikon oferece branco opaco e clear em uma passada e pode fazer cores especiais de marcas. A Xeikon também faz toners especificamente desenhados para substratos PD, rótulos de transferência térmica  e fimes clear e metalizados, Seus toners QA-I Toners vão de encontro as orientações da FDA para contato indireto com alimentos.

Conclusão

A Xeikon sempre fez bons produtos, mas agora é uma empresa a ser bem observada. Embora a Xeikon tenha sido sempre uma empresa inovadora com muitos direcionamentos, com os recursos e direcionamento dos investidores do Grupo Flint a empresa pode agora continuar a sonhar e a se desenvolver.

Espero ter trazido a você uma boa quantidade de informações detalhadas tal qual fiz no passado para prepara-lo para uma visita à drupa. Ou se você não está indo, para prepara-lo para sua própria investigação em inkjet de produção e outras aquisições. No avanço da próxima onda de artigos, fica sugestão que você faça uma revisão dos artigos originais da séria de inkjet de produção. Eles não somente cobrem fabricantes e equipamentos que vieram ao mercado, mas também as tecnologias direcionadoras, requisitos e impedimentos

Fique ligado para mais um monte de informações sobre outras soluções de inkjet de produção tão logo as informações fiquem disponiveis e quanto mais perto estivermos da drupa 2016

Sobre o David: 

David Zwang

David Zwang é consultor norte-americano, trabalhando com otimização da produção, planejamento estratégico, análise de mercado e servicos relacionados. Seus clientes incluem gráicas, fabricantes, varejistas, editoras, premedia e agências do governo americano 

 

 

 

 

Hoje, no Dcoop, evento de usuários da HP com mais de 2.500 participantes.

Nossa palestra sobre as oportunidades comerciais na América Latina com parceiros gráficos locais.

Dscoop

 

Evento de abertura, ontem

 

 

Varioprint

 Começam agora os artigos do David Zwang sobre o equipamentos de inkjet de produção visando o que vai ser mostrado na drupa 2016. O primeiro cobre os equipamentos da Canon.

Boa Leitura.

Hamilton

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Inkjet drupa 2016  - Canon

Neste artigo, David Zwang olha para as novas e atualizadas ofertas em inkjet da Canon em preparação para a drupa 2016, com um olho na educação do mercado  sobre o que já está na praça e o que se pode esperar para ver.

By David Zwang

Publicado no WhatTheyThink em  2 de março de 2016

A Canon não esperou até a drupa para lançar muitos de seus novos produtos. Cobrimos alguns dos seus mais importantes lançamentos feitos na  Hunkeler Innovation Days em fevereiro do ano passado e maioria deles gerou vendas e implementações. De fato a Canon fechou 2015 na posição número 1 em instalações no mercado global pelo sexto ano consecutivo. A Canon projetou que passaria de 1000 equipamentos de inkjet colocados mundialmente até o fim de 2016. Enquanto eles são o número um no mundo, suas instalações no mercado americano perdem só para a combinação dos equipamentos Ricoh/Screem.

Total de Inkjets instaladas no mercado norte-americano.

Captura de Tela 2016 03 11 as 10.20.37

Fonte:  InfoTrends; U.S. Production Printing and Copying Market Placements: 2010-2013 (April 2014) 2014 Quarterly Tracking Program (Dec 2015) 

 

O objetivo da Canon em alcançar a posição de número um nos Estados Unidos  em 2016 será suportado indubitavelmente pelas recém anunciadas ColorStream Mono, ColorStream 6000 Chroma e a revolucionária VarioPrint sistema i300  impressora de folhas. A CSA (Canon Solution America) já instalou 15 sistema  i300, nada mal para uma impressora que foi lançada a menos de um ano. O ramp up dos clientes, uma vez instalada, é alt,  com cada máquina imprimindo uma media de mais de 2,5 milhões de páginas por mês com um volume total até esta data de acima de 71 milhões de páginas. Um cliente, Progressive Impressions, alcançou 8,5 milhões de páginas em um único mês. Indicações iniciais mostram que a i300 tem uma taxa de operação de 95% a 98%. Como nota, entre 40 e 60% dos proprietários da i300 vieram da iGen, reforçando que ela tem um custo efetivo alternativo às impressoras de folha eletrofotográficas.

Como prometido para a drupa 2016, a Canon atualizou o sistema de imagem nas i300. Essas novas atualizações incluem a introdução de um pre-coat focado que eles estão chamando de ColorGrip. Essa nova característica coloca o pre-coat somente em áreas que receberão a tinta, permitindo a ela se sentar em cima da folha e prover uma impressão com melhor contraste. Eles também introduziram uma nova tinta que melhora a qualidade da imagem em papéis comuns não revestidos, além de poder imprimir em uma maior variedade de papéis. Todas essas melhorias tem como objetivo promover uma melhora significativa no resultado da impressão como um esforço para expandir a adoção da i300 no segmento de impressão comercial.

O aumento das opções de papel não somente estimula a migração das eletrofotográficas para inkjet, mas também a migração das offsets, com o passar do tempo. Em linha com a maior variedade de papéis o Canon Media Lab tem estado bem ocupado. Eles já têm mais de 1000 tipos de papéis validados para a ColorStream e a i300. De forma bem interessante o laboratório de Mídia e Soluções já começou a testar papéis para a i300 com ColorGrip o que permite  aumentar a gama de papéis ao mesmo tempo em que atende a expectativas de clientes. Eu tive a chance de ver uma amostra de papel em que estavam trabalhando que tinha um reflexo parecido a um papel  fotográfico brilhante e embora sua validação ainda não estivesse completa era bem surpreendente. A animação a seguir demonstra o ColorGrip

Simulação do ColorGrip

 

fonte: Canon

A Canon também estará apresentando suporte para o produtor de livretos BLM a o perfurador Tecnau 1530 para a i300.

Em tempo para a drupa 2016, a Canon também estará apresentando a ColorStream Mono, um equipamento de custo efetivo para impressões monocromáticas baseada na plataforma 3000Z. Ela corre a 417 fpm (pés por minuto) usando tinta dye ou com pigmento, com compatibilidade MICR. A Canon, assim como outros fabricantes de inkjet, encontraram uma demanda significativa para impressões monocromáticas, estimadas em mais de 100 bilhões de páginas anualmente somente nos Estados Unidos e estão introduzindo soluções de baixo custo que satisfaçam a essa demanda. A ColorStream Mono usa cabeças Kyocera, mas com eletrônica simplificada e resfriamento reduzido, desde que a cobertura não seja alta como a impressão colorida. De acordo com a Canon, esse desenho e operação de baixo custo criaram uma máquina com TCO (custo de posse ) mais baixo do que as eletrofotográficas.

Captura de Tela 2016 03 08 as 22.27.26

Também estará sendo apresentada a ColorStream 6000 Chroma, impressora inkjet de alimentação continua. Construída na força da linha ColorStream, incluindo a ColorStream 3000 e sistemas 3000Z, essa nova oferta traz um “novo nível de vibração de cores”. A novo conjunto de tinta Chromera tem uma carga mais alta de  pigmento que produz maiores densidades óticas e um gamut mais amplo.  A tinta foi desenhada para ampliar a gama de aplicações para papéis de baixa gramatura com reduzida transparência e para papéis revestidos e não revestidos. Ela também introduz a tecnologia Océ HeadSafe que permite trocar de mono para impressão colorida. Os modelos ColorStream 6000 terão velocidades de impressão de 48 a 127 pés por minute em modo colorido e uma velocidade opcional de 150 pés por minute em modo monocromático.

Para as impressoras de alimentação continua Color Stream a Canon também está lançando um Pacote de Inovação que incluirá o Pre-Fire, tecnologia que recircula a tinta dentro da cabeça de impressão no momento em que não estiver injetando tinta. Isso assegura um tamanho consistente da gotícula e posicionamento por “exercitar” a cabeça e economizar tinta que não necessita ser injetada. Essa característica do pre-fire deve estender o tempo de vida da cabeça. Isso inclui uma otimização da macro suavidade para todas as cores, o que melhora a suavidade, especialmente para cores secundárias saturadas. Este é uma melhoria de firmware e deve encontrar sua utilização nas base instalada das impressoras ColorStream.

Simulação do PreFire

 

Fonte: Canon

Um dos produtos anunciados na Hunkeler que talvez precisa ser relembrado,  foi a Canon ColorStream 3000Z. Esse modelo foi desenhado para um ambiente com pouco espaço. Ele  usa cerca de 30% menos de espaço do que a ColorStream 3000. Ele tem uma largura de impressão de 16,5 a 54 cm e imprima de 48 a 127 metros/minute, com pigmento, pigmento premium, dye e tintas de segurança até 6 cores. Ele foi inicialmente desenhado para o mercado asiático onde o espaço de produção é um problema. Entretanto, desde seu lançamento, a Canon percebeu que o espaço de produção é um problema em muitas outras partes do mundo, e, portanto, eles estão vendo a demanda para esse modelo crescer.

A linha de impressoras ImageStream também sofrerão atualizaçãoes de firmware e estabilidade.

Conclusão

Fique ligado em informações aprofundadas sobre estes e outros equipamentos inkjet de produçãos empre e no momento em que a informação estiver disponível e que nos aproximarmos da drupa 2016.

Espero trazer a vocês muitas informações detalhadas assim como fizemos no passado para preparar você para sua visita na drupa. Ou mesmo que não esteja indo na feira, para prepara-lo para sua pesquisa para aquisição de equipamentos de inkjet de produção. Como avanço para os próximos artigos sugiro que você faça uma revisão  da série de artigos que publicamos sobre inkjet e workflow. Eles não somente cobrem os fabricantes e máquinas que chegaram ao mercado mas também as tecnologias direcionadoras, requisitos e impedimentos.

 

Fique ligado para mais um monte de informações sobre outras soluções de inkjet de produção tão logo as informações fiquem disponiveis e quanto mais perto estivermos da drupa 2016

Sobre o David: 

David Zwang

David Zwang é consultor norte-americano, trabalhando com otimização da produção, planejamento estratégico, análise de mercado e servicos relacionados. Seus clientes incluem gráicas, fabricantes, varejistas, editoras, premedia e agências do governo americano 

Meu amigo e consultor norte-americano David Zwang publicou no site WhatTheyThink! nos meses que antecederam a drupa 2012, com muito sucesso, uma série de artigos esmiuçando e explicando as diferentes tecnologias, equipamentos e lançamentos que envolviam o processo inkjet de produção. Lembrando que a tecnologia inkjet foi a mais festejada nas duas última drupas e seguramente também o será na próxima. O Inkjet de produção se concentra nos equipamentos de produção de maior volume usando essa tecnologia.

Neste ano de drupa o David volta com uma nova série de artigos com o mesmo tema e que se estenderão daqui até a feira e depois. Desta vez, porém, por solicitação do próprio David e dentro da nossa parceria com o whattheythink.com, a AN Consulting estará traduzindo e publicando esses artigos concomitante com sua publicação nos Estados Unidos.

Começamos hoje. Aproveite e venha conhecer por dentro tudo o que se refere ao inkjet de produção, seu desenvolvimento, novos lançamentos e tendências. 

Gradualmente acrescentaremos também nossas análises e avaliações.

Venha junto, pergunte, participe.

Hamilton Costa

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Inkjet Drupa 2016

 

Neste artigo, David começa o processo de olhar para as mudanças no inkjet de produção desde a Drupa 2012, com um olho na educação do mercado sobre o que está na praça e o que podemos esperar para ver.

Por David Zwang

Publicado no WhatTheyThink.com em 15 de fevereiro de 2016

Em 2011, David Zwang escreveu uma série de artigos que mostravam a então oferta de produtos inkjet de cada fabricante e como estavam ou poderiam ser usados. Ele também examinou algumas das novas tecnologias inkjet que começavam a ser vistas em novos produtos e ofertas demonstradas durante a drupa 2012. Agora é tempo de atualizar tudo isso na reta final para a drupa 2016!

Estamos quase lá de novo. A drupa 2016 está a poucos meses à frente e as especulações sobre qual vai ser o o foco principal do evento deste ano já começaram e continuarão a serem construídas e evoluirão à medida que cheguemos mais perto do momento da verdade.

Podemos assumir que serão mostrados muitos desenvolvimentos novos e interessantes e, alguns deles, podem ser os que mudarão o jogo, embora eu acredite que, na verdade, serão evolucionários. De qualquer maneira haverá mudanças significativas na aplicação e adoção do inkjet de produção. Para aqueles de vocês que guardaram a série de artigos que comecei a publicar antes da drupa 2012 e continuando após o evento, terão agora a oportunidade de ver se o que foi prometido foi entregue e para onde se pode esperar que o inkjet de produção vá.

Se olharmos os direcionadores para a adoção do inkjet de produção, eles são igualmente impressivos. A promessa é ter a capacidade de entregar o impresso variável e sob demanda igual ao feito com a impressão eletrofotográfica combinando com o aumento de volume e velocidade que se espera da offset. E tudo isso com custos muito mais baixos do que os impressos feitos na impressão eletrofotográfica. Os fornecedores de serviços gráficos com aplicações como impressão transacional e de livros entenderam essas vantagens e pularam no trem do inkjet mais cedo. Entretanto, movimentos para serviços de qualidade mais alta como mala direta, material promocional e outras aplicações com altas demandas como embalagens se mantêm sentados na calçada esperando pelos próximos estágios de desenvolvimento. Os primeiros impedimentos para uma maior aceitação e adoção têm sido o de alcançar a qualidade da offset ou impressão eletrofotográfica e maior velocidade.

Nos meus artigos da série anterior, descrevi muitos dos fatores que contribuíram para a qualidade e velocidade do inkjet de produção e o que seria necessário acontecer para permitir sua evolução a um próximo nível. Nos últimos quatro anos, após a drupa 2012, temos visto muitas dessas mudanças evolucionárias chegarem ao mercado. Nessas se incluem as novas tecnologias de cabeças de impressão como a HDNA da HP – High Definition Nozzle Architecture. Ainda mais prevalecentes são as soluções que oferecem melhor controle ou implementação das tecnologias de cabeça de impressão existentes. A  Ricoh VC60000 é um excelente exemplo disso. Esperamos ver mais dessas melhorias nas cabeças de impressão e seu uso nas máquinas a serem lançadas na próxima drupa.

Também vimos um desenvolvimento significativo nas tintas usadas, em corantes, no carregamento de pigmentos através de pontos “nanos” e posterior refinamento dos veículos e aditivos que controlam como a tinta se deposita e seca na mídia. Essas mudanças ajudam a produzir um contraste muito mais alto da impressão ou uma visão de profundidade no produto final impresso. E enquanto tudo isso estava se passando nos laboratórios dos fabricantes de impressoras inkjet, os fabricantes de  papel estiveram bem ocupados refinando e expandindo sua produção de mídias compatíveis para inkjet. Esses fabricantes de mídia deixaram não somente suas marcas na inkjet de produção, mas também no explosivo uso das inkjets nos mercados de sinalização e displays. Essa sinergia ajudou a direcionar o desenvolvimento de muitas das necessidades mútuas desses mercados e ajudará a direcionar o uso da inkjet de produção em muitas outras aplicações de impressão comercial que estão avançando.

Um dos impedimentos para a adoção da inkjet de produção na impressão comercial também tem sido o fato de que as gráficas comerciais usarem muitos tipos diferentes de mídia no curso de um dia. Mesmo com algumas das novas tecnologias de manuseio, a gestão e manuseio de bobinas de papel é mais difícil do que o manuseio de folhas cortadas. Em resposta a essa necessidade, durante o período entre a drupe 2012 e a de 2016, vimos a introdução da impressora inkjet  Canon Océ i300 de produção de folhas assim como a Delphax elan está começando a vir para o mercado. Também vimos a introdução da Xerox Rialto 900 e da Pitney Bowes AcceleJet que produzem diretamente da bobina para folhas ocupando um espaço bem compacto. Ambas máquinas estão objetivando mercados que incluem a produção de material transacional e malas diretas em menor escala. (clique para ver nosso artigo a respeito dessas máquinas publicado na revista Abigraf)

Há outras impressoras inkjet que serão mostradas na drupa 2012, mas que estão apenas começando a ser instaladas em ambientes de produção. Em alguns casos ainda estão como instalações beta apenas começando a produzir. Nisso se incluem algumas tecnologias bem excitantes e implementações da Konica Minolta, Landa, KBA, etc. Esperamos ver muitas delas finalmente saindo pelo portão e indo para as mãos dos gráficos. 

Uma das novas e interessantes aplicações para a inkjet de produção são as embalagens. Enquanto vemos inkjets de produção sendo usadas na produção de rótulos por alguns poucos anos de empresas incluindo a EFI Jetrion, Super Web Digital e outras, agora vemos  outros segmentos de embalagens sendo objetivados. Nesses se incluem cartões semi rígidos como a Canon InfiniStream, que é tecnicamente de toner líquido e não inkjet, mas que realmente objetiva o mercado digital de embalagens. Também vimos recentes anúncios sobre a HP PageWide Web Press T1100S inkjet desenvolvida em conjunto com a KBA e a HP PageWide Web Press T400S para o mercado de corrugados. Esperamos ver um foco significativo na impressão digital e acabamento em embalagens na drupa 2016.

Conclusão

No decurso dos meses até a drupa 2016 e depois do evento, cobrirei em detalhes muitos dos novos desenvolvimentos no espaço da inkjet de produção. Sugiro que você faça uma revisão dos artigos sobre produção inkjet e workflows para refrescar a memoria. Eles cobrem não somente os fabricantes e as máquinas que chegaram ao mercado, mas também os direcionadores tecnológicos, requisitos e impedimentos.

 

Sobre o David: David Zwang é consultor trabalhando com otimização da produção, planejamento estratégico, análise de mercado e servicos relacionados. Seus clientes incluem gráicas, fabricantes, varejistas, editoras, premedia e agências do governo americano

 

 

Domingo, 31 Janeiro 2016 17:32

Frank Romano no Brasil

Terça feira dia 2, no Rio de Janeiro, estaremos recebendo o prof. Frank Romano para uma palestra e debate sobre o Estado Atual da Industria Gráfica e Tendências. Amigos que somos há muitos anos, ele nos confiou a organização desse evento. A HP, a Konica, a Afeigraf e a Isidora W2P estão patrocinado esse que é considerado o maior guru da industria gráfica mundial. Para os que ainda quiserem ir, o site para inscrições é o http://expoprint.com.br/frankromano/. A organização e promoção é da ANconsulting e APS. O prof Frank segue em seu caminho para a Drupa. A parada no Brasil é uma das que ele fará antes da India e China até sua chegada na Alemanha por navio, já que ele não toma avião de jeito nenhum. Para os que não podem ir gravaremos o evento e depois disponibizaremos via youtube.

frank romano

Veja as apresentações de Carlos Alvarado do México, Fabián Ruiz da Colombia, Alexandre Keese do Brasil, Jimmy Juanenato da Indonésia e Vinod Vittoba da India

 

Também se pode baixar a interessante palestra do Hal Hinderliter : Value added printing and finishing for improved profitability

 

link para download: http://www.graphexpo.com/Attending/InternationalBusiness.aspx

 

#graphexpo #npes #hamilton_costa #international_day_ graphexpo #hal hinderliter #alexandre_keese #fabian_ruiz #jimmy_juneanto #vinod_vittoba

Na última terça feira, dia 15, coordenamos um painel no International Day da NPES na GraphExpo, em Chicago, com a presença do Alexandre Keese do Brasil, Vinod Vittoba da India, Jimmy Juneanto da Indonésia, Fabián Ruiz da Colombia e Carlos Alvarado do México.

Cada um apresentou um resumo do mercado gráfico em seus paises, nivel de atualização tecnológica, mercado atual e tendências. Uma visão rápida mas abrangente dos paises da Asia e América Latina com excelente participação da platéia.

130 pessoas se inscreveram para o evento que contou também com um a apresentação do consultor Hal Hinderliter de um estudo que realizou para a Primir: "Value-added Printing and Finishing for Improved Profitability" com novos recursos tecnológicos que valorizam o material impresso

Nos próximos dias as apresentações do evento estarão dipsonibilizadas online. Passaremos o link.

aqui.

 

palavras chave: #graphexpo, #international day at graphexpo, #npes, #hamilton costa, #hal hinderliter, #alexandre keese, #fabian ruiz

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A demonstração de vendas de web-to-print para os clientes é  uma parte muito importante do seu processo de vendas. Para muitos gráficos esse é um novo território, mais do que falar sobre capacidade de produção, qualidade de impressão, prazos de entrega e gestão de contas, agora você está demonstrando uma tecnologia aos seus clientes que eles utilizarão ao fazer negócios com você.

 

Uma boa demonstração da tecnologia pode facilitar o fechamento da sua venda, uma demonstração pobre pode causar o resultado oposto. Estou escrevendo um livro inteiro sobre esse assunto, aqui estão minhas 6 dicas para a sua apresentação da solução de web-to-print.

1. Faça o seu dever de casa (Preparação Estratégica)

Uma argumentação de vendas é uma experiência única para seu prospecto/cliente. Eles nunca deveriam se sentir como ouvintes de um roteiro que você memorizou e já repetiu por 100 vezes. Seus clientes não querem saber nada sobre a tecnologia – eles querem saber como a sua tecnologia resolve os desafios que eles tem. Quanto mais você conhecer sobre os seus clientes antes da apresentação, melhor você pode trabalhar em uma mensagem na medida para esses desafios. Quando as pessoas fazem demonstrações baseadas em roteiros repetidos elas tendem a fazê-las sem deixar espaço (tomar fôlego) para as perguntas ou comentários dos clientes. A demonstração de vendas deveria ser uma conversação sobre os desafios do cliente e as soluções relevantes fornecidas pelo seu sistema de web-to-print, não um discurso.

The kind of research I’m talking about here is the sales intelligence you will hopefully get from your sales representative or account manager. What is the landscape of this customer? What are they struggling with that your web-to-print solution will solve? For example are they a hospital chain with five regional locations who need a centralized place to store and order printed materials (forms, marketing assets, corporate identity) or are they a growing medical device company who is hiring twenty new sales representatives a month and they need a centralized place for them to get the content required to move their prospects through the sales pipeline?

O tipo de pesquisa de que estou falando aqui é a da inteligência de vendas que você , esperançosamente, deve ter de seu vendedor ou gerente de contas. Qual é o cenário para o seu cliente? Com que tipo de problemas ele está lidando que a sua solução de web-to-print pode resolver? Por exemplo, eles são um uma rede de hospitais com cinco instalações regionais que necessitam de um local central para armazenar e comprar materiais impressos (formulários, material de marketing, impressos corporativos) ou eles estão desenvolvendo uma empresa de equipamentos médicos que está contratando vinte novos vendedores por mês e que precisam de um local centralizado para eles pegarem material com conteúdo para levar os seus prospectos através do funil de vendas?

Consiga toda a informação que puder através da sua equipe de vendas além de fazer sua própria pesquisa na internet. Você nunca deve fazer uma demonstração sem conhecer o panorama básico do cliente porque uma possível boa experiência pode ser perdida. Um demonstração genérica pede ao potencial cliente fazer o trabalho que já deveria ter sido feito. Você está perguntando para ele imaginar como essa demonstração genérica poderia beneficia-lo. Nunca, jamais, passe um trabalho de casa para o seu cliente ou que o faça pensar. Ninguém quer comprar de alguém que faça mais difícil a sua vida no trabalho.

2. Prepare (Preparação Tática)

Entender seu cliente é um requisito básico para uma demonstração de vendas de tecnologia. O outro lado dessa melhor prática é sua preparação tática para a demonstração. Demonstrações de tecnologia requerem preparação do seu computador, seus logins, a configuração do seu site de demonstração e dos arquivos que você precisa fazer upload como parte da apresentação.

A falta da preparação tática pode te deixar maluco. Seu pessoal de vendas fez de tudo para conseguir a atenção e tempo de compradores potenciais e você falha em mostrar sites de referencia, em ter logins prontos ou em ter um arquivo pronto para mostrar durante a demonstração? O que você está pensando? Você pode ter só uma chance para mostrar ao cliente potencial e, ao não fazer isso direito, você está mandando uma mensagem a ele – você não dá valor ao tempo dele! Essa é a última coisa que um cliente potencial deve pensar sobre sua empresa.

Marque tudo o que você quer mostrar na demonstração, nem pense em abrir uma URL de última hora. De fato você deve ter múltiplas tabs abertas no seu brownser e prontas para você fazer as trocas durante a demonstração. Não gaste um segundo do tempo do seu potencial cliente. Tenha seu login e senhas prontas, já os deixe automatizados. Ninguém precisa ver que o seu sistema pode realmente autenticar um usuário. Se parte de sua demonstração envolve subir um arquivo (por ex., para colocação em um produto personalizado), por favor não suba uma figura aleatória do seu cachorro em um documento de negócios ou uma linda foto de seu filho em um cartão de visitas. Use gráficos relevantes, documentos, nomes de categorias, tudo o que mostre algo real. Não mergulhe em diretórios de arquivos no seu disco rígido aleatoriamente procurando por um arquivo; nós todos somos pessoas curiosas procurando por coisas estranhas ou que tragam embaraços no nosso computador – não dê oportunidade para se distrair durante uma apresentação de vendas.

Talvez seja melhor desligar o sistema de alertas de e-mails, assim você não precisa, de repente, ver um email de um cliente nervoso que esteja reclamando do seu sistema de web-to-print durante as apresentações. Esse não é um bom exemplo pronto para destruir sua apresentação de vendas, não é verdade? Você está justamente dizendo quanto que o seu sistema é legal quando surge um alerta de email mostrando “Não posso fazer login de novo – erro de sistema – ME AJUDE”.

Tenha certeza de que tudo esteja funcionando em ordem antes de fazer a demonstração  e, se estiver na empresa do cliente, assegure-se de que tenha acesso à internet e que possa usar o seu celular ou hotspot portátil como backup. Se for um webinar, faça login mais cedo e que tudo esteja funcionando adequadamente. Tenha alguém da sua equipe para fazer login para ter certeza que de que sua tela esteja adequada. Não faça com que o seu cliente tenha de ajustar a resolução da tela dele. Toda essa preparação é para dar uma clara mensagem ao seu cliente: nós temos o produto certo para você e valorizamos o seu tempo. Não faça com que o potencial cliente pense, imagine, ou faça qualquer coisa exceto acreditar que seu sistema foi feito especificamente para ir de encontro as suas necessidades.

3. Mostre somente benefícios/ exemplos relevantes

Sua solução de web-to-print pode ter 100% de funcionalidades, mas, por favor, não tente mostrar todas elas em uma única demonstração!. Você vai desperdiçar tempo do cliente e ele vai sair da demonstração achando que o sistema é complexo. Mais funcionalidades NÃO é bom. Funcionalidades relevantes são as únicas que contam. Quanto mais funcionalidades você mostra mais você vai entrar em partes do sistema que não são aplicáveis ao cliente. Você vai chamar negativamente sua atenção com o comentário: “nós não precisamos de nada parecido com isso”.

Mostramos coisas que imaginamos serem bacanas sem pensar como isso se aplica a esse cliente específico. Por exemplo, tenho visto gráficas ficarem bem entusiasmadas por mostrar um design em uma aplicação de um brownser (mude todo seu design) para um departamento de marketing corporativo. O principal desafio de um cliente é o controle da marca; ele vê você criar algo sem restrições ao redor de uma marca e pensa – que confusão isso faria com nossa marca!

Através de sua pesquisa e entendimento sobre o cliente você deveria ser capaz de identificar quais partes do sistema seriam relevantes para os desafios do negócio dele. Suprima o desejo de mostrar tudo. Mais não é o melhor, mais é complexo. As pessoas querem tecnologia para resolver problemas específicos. Muita tecnologia pode causar mais problemas.

4. Não Demonstre Funcionalidades Esperadas

Há um conjunto de funcionalidades que são esperadas nas aplicações online hoje em dia, como, por exemplo, perfil de usuários, autenticação, checkout de carrinho e histórico de pedidos, para dizer umas poucas. Essas são funcionalidades esperadas com as quais não se deve perder muito tempo na demonstração. O cliente verá que você pode fazer todo o caminho de uma transação online. Dessa forma não é preciso mostrar cada simples passo em detalhes durante a demonstração.

Compras online significam autosserviço. Uma das coisas chave que os clientes de sistemas online estão pensando durante sua demonstração é:  o meu pessoal pode usar isso? Uma demonstração longa e complexa mostrando cada funcionalidade de um sistema deixará o cliente com o sentimento de “complexo” e “difícil de usar”. Demonstre o que é relevante, fale sobre o que é esperado, mantenha a mensagem clara, simples e ela poderá ser feita a qualquer um.

4. Crie um Site de Demonstração de Vendas Real

Não use sua marca como exemplo no seu site de demonstração de vendas. Faça a apresentação da marca do cliente para cada demo para cada cliente ou crie uma ou mais “marcas falsas” que imitam mercados verticais típicos com os quais você trabalha para usa-las nas demonstrações de vendas.

Não conduza demonstrações em um sistema que está sendo ativamente desenvolvido, configurado ou mudado de alguma maneira. Quando dá “um pau” ou algum erro durante a apresentação de vendas, a última coisa que se quer ouvir é “Você está me gozando?” O cliente estará pensando: “eu não sou suficientemente importante para ter uma demonstração de vendas em um site que não seja estável?

Seu site de demonstração deveria ter todas as funcionalidades e características configuradas., o que significa que se você suporta variações de produtos (isto é, características de um produto que geram preço e um único item – como tamanho e cor em uma promoção de camisetas) então que tenha pelo menos um produto no seu site de demonstração que mostre essa funcionalidade. Saiba qual produto é assim para que você possa ir até ele rapidamente se um cliente perguntar sobre essa funcionalidade. Nunca seja forçado a dizer: “nosso sistema suporta essa funcionalidade mas nessa demonstração não temos essa configuração para mostrar”. Outra vez, você está mostrando que não dá o valor adequado ao tempo do seu cliente por não configurar o site para que ele veja as aplicações funcionando. Um site de demonstração de vendas é muito bom para se aprender com ele. Nós sempre recomendamos que seja o seu site número 1 e que você use o tempo de treinamento de implementação para configura-lo. Mergulhe fundo no sistema e configure com sucesso todas as aplicações e funcionalidades caso algum cliente pergunte, sendo que também é um grande exercício de treinamento.

5. Foque no Entendimento do Desafios

During every web-to-print demonstration there will be questions about what the web-to-print system can or cannot do. Nobody is in a position to know everything about what a system can or cannot do, the last thing you want to do is try to answer a question you don’t know or make up an answer. This is classic insecure sales; you think the customer will buy if they get a yes to everything. A yes to every question during a sales call just means you’re trying to sell more than you’re trying to understand the customer’s needs.

Durante cada demonstração sempre haverá questões sobre o que o web-to-print poderá fazer ou não. Ninguém está numa posição de saber tudo sobre o que um sistema pode ou não pode fazer e a última coisa que você vai querer fazer é responder uma pergunta que você não sabe ou inventar um resposta. Essa é a clássica venda insegura. Você pensa que o cliente vai comprar se disser sim a tudo. Um sim a todas as perguntas durante uma reunião de vendas significa que você está tentando mais vender do que entender as necessidades do cliente. Quando um cliente faz uma pergunta sobre uma funcionalidade do seu sistema de web-to-print, sua MELHOR resposta é esclarecer a pergunta sobre qual o desafio que o cliente está tentando resolver. Isso é tão importante que eu direi outra vez de outra maneira. Quando o seu cliente pergunta se o seu sistema suporta aprovações em vários níveis, sua MELHOR resposta é (não importa o que seu sistema faz ou não): “você pode me explicar que comportamento de compras você está tentando controlar? ‘

Você não respondeu sim, você não respondeu não. Você escutou e então formulou uma questão inteligente sobre o desafios do negócio que o cliente está tentando resolver. Você apenas mostrou a si mesmo que está mais interessado em entender o cliente do que simplesmente vender alguma coisa a ele – parabéns, isso vai por um longo caminho. Você ainda não o trilhou, cale-se e escute a resposta cuidadosamente. Os desafios dos clientes devem ser tratados como ouro; eles são as chaves para os negócios. Isso é como você deveria pensar sobre cada funcionalidade na sua solução – que desafios de negócio ela resolve e só então você pode perder seu tempo na frente do seu cliente falando sobre os desafios e soluções de negócios DELE, e qual é a forma mais relevante e poderosa do que a lista das funcionalidades do seu sistema de web-to-print.

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Terça, 14 Julho 2015 17:12

Evento sobre embalagens com a NPES

Estamos retomando os eventos ANconsulting neste ano, desta vez para a NPES dos Estados Unidos, no dia 6 de agosto na Escola Senai de Barueri.

A NPES é a organizadora das grandes feiras gráficas daquele país e reune como associados os fabricantes de equipamentos e insumos para a área gráfica. Dentro da NPES há um instituto de nome Primir, responsável por pesquisas, análises e estudos voltados ao setor gráfico.

Nesse evento apresentaremos um estudo feito pela Primir em 2013 sobre os mercados de embalagens impressas nos países emergente. Daremos ênfase ao mercado brasileiro mostrando projeções para as embalagens em cartão, flexíveis e produção de rótulos. Como contraposição a esse estudo faremos três painéis com empresas diretamente envolvidas com esses mercados para termos sua opinião sobre o momento atual e perspectivas para os próximos anos. Além disso, no painel de rótulos, proporemos uma discussão sobre a utilização da impressão digital na produção de embalagens. Importantes empresários desses segmentos estarão conosco abrilhantando um evento que deve ser acompanhado por aqueles que trabalham ou querem trabalhar nesse setor. Sidney Anversa, Flavio Marques, Marina Romiti, Nelson Teruel, Sergio Brusco, Helio Tunchel e outros.

O programa segue abaixo e as inscrições podem ser feitas no site indicado. Esperamos todos lá.

 9:00am – 9:15h – abertura – Palavras de bem vindos pelo diretor da NPES e empresas patrocinadoras

 9:15am – 9:45am – Packaging in Emerging Markets (Embalagens nos mercados emergentes) – focando Brasil – por Hamilton Costa – ANconsulting/ NPES

 9:45 – 10:30am – Mercado de Embalagens de Cartão – apresentação e moderação: Sr. Sidney Anversa Victor da Congraf e Presidente da Abigraf SP seguido de painel com Marina Kfouri da Gráfica Romiti e Flávio Marques Ferreira da Embalagens Santa Inês.

10:30am – 11:15am – Mercado de Embalagens Flexíveis – apresentação e moderação de Ana Carina Marcussi – da Flexocom e painel com Nelson Teruel da Papeis Amália, ex-presidente da Abflexo.

11:15am – 11:30am – Coffee Break

11:30am – 12:15-pm – Impressão Digital no Mercado de Rótulos e Embalagens Apresentação e moderação: Hamilton Costa da ANconsulting e painel com Sergio Brusco da Escala 7 e Hélio Tunchel da Alphacolor case de embalagem HP – 12:15pm – 12: 30pm: Fechamento do evento – NPES e Senai

O patrocinio master será da HP contando também com o apoio da Agfa.

 A APS feiras é nossa parceira no evento.

 Inscrições gratuitas com vagas limitadas no site: http://www.apsfeiras.com.br/embalagem/

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