Blog Impressões

Hamilton T. Costa

Hamilton T. Costa

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No meio de toda essa discussão jurídica sobre a fusão Xerox Fuji, a empresa lança um novo interessante equipamento com simulação de cores metálicas. Bem interessante.

Veja o anuncio e fotos:

 

Iridescent Colors and Specialty Embellishments Never Seen Before in Digitally Printed Pieces Now a Reality

 

New Xerox production press creates striking CMYK, rich metallics and iridescent special effects

 

A nova impressora de produção da Xerox cria impressionante CMYK, metálicos ricos e efeitos especiais cintilantes

 

 

A empresa que inventou a copiadora, a impressão a laser e sob demanda está anunciando mais uma novidade -  uma máquina colorida de alta velocidade e seis estações, que combina impressão em quatro cores (CMYK) com até outros dois toners especiais em uma única passagem. A Xerox Iridesse ™ é o único equipamento digital que consegue imprimir utilizando toner metalizado, ouro ou prata, tintas CMYK e Clear toner, oferecendo aos fornecedores uma vantagem competitiva imediata no crescente mercado.


"A Iridesse é capaz de fazer coisas que nenhuma outra impressora faz, mas é o que ela pode proporcionar aos nossos clientes, que é o mais importante", disse Ragni Mehta, vice-presidente de Negócios em Folhas Soltas da Xerox. “Criamos a impressora para produzir esses efeitos especiais e aprimoramentos digitais de maneira econômica e em um fluxo de trabalho simplificado, para que nossos clientes possam aproveitar a oportunidade de mercado e expandir seus negócios.”

 

A Iridesse elimina a necessidade de várias impressões e de processos, geralmente necessários para o aprimoramento de impressão, aumentando a capacidade e os lucros para os clientes. De acordo com a Keypoint Intelligence-InfoTrends, o investimento em um equipamento com essas funções pode resultar em um rápido retorno do investimento, já que as margens de lucro dos fornecedores de serviços de impressão, com tais efeitos, podem aumentar de 50% a 400%.

 

“A capacidade de impressão em uma única passagem da Iridesse, a automação de fluxo de trabalho para incorporar efeito metal e verniz, combinados com a tecnologia de controle de qualidade em tempo de execução, é um diferencial para a Xerox e pode oferecer aos fornecedores uma vantagem competitiva”, disse Ron Gilboa, diretor de produção da Keypoint Intelligence.

 

Com duas estações de toners especiais, os clientes podem criar aplicações lucrativas com cores exatas, gradientes e mistos metálicos e aprimoramentos especiais. Os toners metálicos, ouro e prata podem ser usados sozinhos ou em camadas abaixo ou acima de CMYK para criar paletas cintilantes únicas. Uma camada de Clear toner pode ser adicionada para um toque extra de dimensão ou textura.

 

Sem designer, sem problema


Os fluxos de trabalho pré-construídos do Xerox FreeFlow® Core permitem que os fornecedores, automaticamente e seletivamente, transformem texto e gráficos para imprimir ouro e prata sem editar os documentos de origem. Isso simplifica a melhoria de aplicativos existentes com aprimoramentos e alto valor.

 

Imprimindo em velocidades de até 120 páginas por minuto, a impressora pode produzir em papéis de 52 a 400 g/m². Recursos adicionais de impressão incluem:

 

  • O processo do Toner de alta definição (High Definition Emulsion Aggregate ou HD EA) resulta em um tamanho de partícula ideal para oferecer um brilho mais baixo, tons suaves e detalhes finos de forma mais consistente.
  • O Servidor de Impressão Xerox EX-P 6 da Fiery® permite que os clientes criem fluxos de trabalho personalizados para aplicativos metálicos com recursos avançados de RIP e ferramentas de gerenciamento de cores.
  • Duas opções avançadas de Alimentadores de Alta Capacidade, Bypass e Insersor permitem que os clientes executem até oito diferentes papéis em um único trabalho ou execuções com um total de 12.500 folhas.
  • Estão disponíveis várias opções de acabamento, incluindo o novo Xerox  Vinco e Corte frente e verso, que cria uma dobra de vinco resistente e confere aos livretos uma margem de qualidade superior quando utilizados com os módulos Xerox Produção Profissional de Livretos e o Xerox Corte e Lombada Quadrada.

 

 

Disponibilidade:

 

A Iridesse está disponível para pedidos a partir de 9 de maio de 2018. Verifique com o representante de vendas local a disponibilidade regional.

 

 

 

 

 

 

nosso artigo na Revista Abigraf 292 - dezembro/17

Jeffrey Immelt, presidente do conselho da GE, em recente entrevista à revista Exame ( https://exame.abril.com.br/revista-exame/por-que-a-ge-mudou-o-jeito-de-trabalhar-de-300-mil-funcionarios/ ) pontuou “queremos ser uma empresa industrial proeminente. E para ser uma empresa industrial relevante no século atual é preciso ser uma empresa de tecnologia ao mesmo tempo.....partimos do principio de que queremos uma empresa com escopo mais aprofundado, e não mais amplo. Queremos que a companhia consiga ir mais fundo na relação com os mesmos clientes e entregue mais do que apenas equipamentos”. 

nosso artigo na Revista Abigraf 291 - outubro/17

Entre setembro e outubro deste ano duas publicações chamaram minha atenção: o novo livro do Dr. Joe Webb e Richard Romano de nome The Third Wave ou Terceira Onda e a pesquisa liberada pelo Two Sides chamada Print and Paper in a Digital World ou Impressão e Papel em um Mundo Digital. Passo a comenta-las.

Segunda, 15 Janeiro 2018 16:25

Como a inovação realmente funciona

http://hbrbr.uol.com.br/como-a-inovacao-realmente-funciona/

Interessante artigo sobre implementação da inovação em empresas e suas gestão, como um pipeline de vendas:

Vendas e Marketing já foram áreas governadas pela emoção. Mas em algum momento da história, percebemos que estavam baseadas em pipelines (sistemas de gerenciamento de informações) definíveis e em tecnologias aplicadas para gerenciá-los. Hoje em dia é possível posicionar o dashboard de uma empresa para gerenciar os pipelines e fazer ajustes com o intuito de melhorar seus resultados.

E se aplicássemos o mesmo raciocínio no campo da inovação? Afinal de contas, a inovação, assim como marketing e vendas, é um pipeline: de um lado entram os conceitos e noções brutas, de outro saem as ideias que podem ser transformadas em ações e fazer o negócio prosperar. Em posse das tecnologias corretas, seria possível gerenciar esse pipeline da mesma forma que se gerencia um pipeline de vendas?

Nossas pesquisas mostram que é possível.

Um de nós, o Dylan, analisou dados de 154 empresas de capital aberto relativos a cinco anos, cobrindo um total de 3,5 milhões de funcionários que utilizaram um sistema de gerenciamento de ideias chamado Spigit. Para os milhões de funcionários dessas empresas, o sistema de gerenciamento de ideias funciona de maneira similar ao Facebook — as pessoas postam ideias, recebem votos, dão ou respondem a um feedback e transformam as ideias em inovações que afetam o desempenho da empresa. As equipes de inovação dessas empresas utilizaram essas informações para rastrear e processar todas as ideias e descobrir se as empresas comprometeram-se a colocá-las em prática. Algumas empresas usam esse software para implementar inovações; outras desenvolvem novos produtos; e outras ainda estão em busca de eficiência e economia de custos.

Uma vez introduzida a inovação em um sistema como esse, pode-se rastrear tudo. Saberemos quantos desafios relacionados à inovação as empresas estão enfrentando, quantas pessoas estão sugerindo novas ideias e quantas ideias elas sugerem. Sabemos quantas pessoas estão contribuindo de outra forma — votando ou fazendo comentários, por exemplo. E também sabemos quantas ideias sobrevivem até a fase final, isto é, o ponto onde a gerência da empresa determinará quais devem ser investigadas mais a fundo. Usamos uma regressão linear para analisar cada medida em potencial que o sistema inclui ao longo de três meses, período que o sistema estava ativo dentro da empresa.

Mas o que descobrimos analisando todos esses dados foi que a inovação é realmente uma ciência. E, surpreendentemente, as variáveis que fazem com que um programa de inovação obtenha sucesso independem de a empresa estar em busca de inovações revolucionárias ou adicionais. Não importa se querem inovações no processo ou em produtos, em qual setor encontra-se a empresa, nem mesmo, na maioria das vezes, se a empresa é grande ou pequena.

Quarta, 03 Janeiro 2018 12:10

5 tendências de marketing para 2018

publicado na Adnews em 2/1/18

autor: Por Artigo de Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para a América Latina

 

Marketing é uma disciplina em constante transformação. Em tempos de quarta revolução industrial, o impacto do digital e da tecnologia possibilita o "santo graal" da personalização em escala e do conhecimento profundo do cliente. Trabalhamos junto com a Salesforce Research (a área de pesquisa da Salesforce) para identificar as principais tendências de marketing para 2018.

O futuro do marketing é contextual
Publicidade é desenhada para distrair o consumidor e tentar desta forma capturar a sua atenção. Contexto vai na direção oposta e procura se alinhar ao que está na cabeça do consumidor. Veja o Facebook, por exemplo. Cada vez que nos logamos nesta mídia social existem, em média, mais de 1.000 posts esperando por nós. Porém, os algoritmos do Facebook irão mostrar apenas aqueles que são contextuais a você naquele momento. É por isso que o alcance orgânico de company pages caiu 1%. Sem o contexto do momento, nossas mensagens não terão relevância e, portanto, serão filtradas. Contexto é o futuro do marketing porque é o que os consumidores querem, é o que o novo ambiente de mídia apoia e está se provando como uma forma muito mais eficaz de direcionar a ações dos consumidores do que a publicidade.
 
Causas são o novo fundamento do marketing
A próxima tendência definindo o futuro do marketing em 2018 é a noção de Causas ou Propósitos. Vários líderes de marketing já anunciaram que estão concentrados em revisar suas estratégias e começar a fazer "marketing orientado a causas". Executivos de marketing de empresas de alta-performance são 2.2 x mais propensos a usar este tipo de método. O motivo é simples: os clientes querem isso. Recentemente nosso time de pesquisa trabalhou com a The Economist em uma avaliação de mercado e identificaram que 79% dos consumidores preferem comprar produtos de uma empresa que opera com propósitos sociais (os dados serão publicados pelo Economist Insights Team no começo de 2018). O marketing orientado a causas é uma abordagem integrada e o novo fundamento do marketing.
 

 

Publicado na Printing Impressions. Ver artigo original clicando aqui. 

Artigo de Rosemarie Monaco

Canon Solutions America, ESS and Rosemarie Monaco present seven steps to transition from printer to marketing partner

Excelente artigo mostrando 7 etapas para transformação do negócio. 

 

Reinvention used to be a means to rejuvenate a company. Today, it’s business as usual. Companies across every industry are constantly redefining who they are and how they can best serve their clients. Media companies, for example, constantly reshape their offerings based on which device their viewers prefer.

Graphic arts companies are hardly strangers to reinvention. Remember when typographers became service bureaus and prepress shops became printers, all of which evolved into print service providers? The difference, though, between high-tech industries and the printing industry has been the rate at which changes occurred. Yet today, business for every company regardless of its industry has to evolve at the rate of technology. Those who don’t adapt will get left behind.

The concept of reinvention (O conceito da Reinvenção)

Reinvention is as much about how clients perceive you as it is about what you offer. Nowadays, most print service providers (PSP) offer clients much more than print. In addition to the full gamut of print from personalized direct mail to building wraps, many offer the means to multi-channel marketing. But if their clients see them as “the printer” rather than a marketing partner, they get stuck at “versatile” and never reach the coveted position of “indispensable.” So what’s a PSP to do? Follow these seven steps and reinvent your business. 

nosso artigo na Revista Abigraf 290

Em nosso artigo na edição anterior desta revista Abigraf, ressaltamos as mensagens do livro A Revanche do Analógico, bastante atual e pertinente no que se refere a novas reações positivas de muitas pessoas, jovens inclusos, diante do material impresso: livros, revistas e outros, principalmente em face do sucesso da comunicação digital. O sucesso do digital permite ver melhor agora as vantagens comparativas do impresso. Uma constatação que devemos saber explorar.

Domingo, 29 Outubro 2017 13:53

Branded Content

 

Branded Content

 

"É preciso Romper com velhos paradigmas e assumir um novo mindset"

Por que o conteúdo tem se tornado tão importante para a estratégia das marcas e a sua conexão com o público? Quais são os gaps e caminhos para esta atividade que ganha cada vez mais força no País, mas que ainda precisa ser melhor entendida e executada pelo mercado? A evolução do branded content no Brasil passa, claro, pelo aspecto prático e a palavra mágica “fazer”, mas também amadurece com debates que tentam encontrar respostas claras e coerentes para todas essas questões feitas acima (e muitas outras).

Nada mais apropriado que começar os trabalhos com uma das maiores especialistas do Brasil e até do mundo no assunto, a diretora do estúdio de branded content do Grupo Abril, o ABC (Abril Branded Content Estúdio), Patrícia Weiss.

Como consultora estratégica de branded entertainment & content e produtora executiva, a profissional já assinou projetos de sucesso, como a série "Humanidade [Em Mim]" para a marca Molico e a nova série, lançada em 2017, “ Humanidade Em Nós", o documentário “Beco das Garrafas” para a Heineken e o curta-metragem “Pai – por Guga Kuerten” para o Itaú. Além disso, Patrícia também é Chairwoman da Branded Content Marketing Association - BCMA South America, curadora e idealizadora da 1ª pós-graduação de Branded Content do país, lançada em 2016 pelo Senac, e professora de Video Storytelling/Branded Content da Miami Ad School São Paulo. Possui também assentos em comitês de instituições de ensino (como o IED de Milão, onde é também professora convidada) e já foi jurada de branded content de festivais como o Cannes Lions, London International Awards, A-List Hollywood Awards (Los Angeles), BE Awards (Austrália) e CRISTAL Festival (França). Neste ano, foi jurada do FIAP Festival em Buenos Aires e no Lisbon Ad Festival e será a jurada brasileira de Branded Entertainment no Women In Marketing Awards, em Londres.

 

publicado na revista Desktop 123

No final de julho tivemos em São Paulo a primeira conferencia específica sobre MPS no Brasil. Chamada de MPS Conference ela reuniu um grupo de grandes empresas de tecnologia do setor além de distribuidores e revendedores na tentativa de começar a agrupar em uma mesma arena um segmento muito importante do mercado de impressão digital. A reunião dos principais fabricantes de equipamentos de um lado e suas soluções de gestão de documentos, fornecedores e distribuidores de softwares de gestão, as áreas de TI corporativas - em muitas empresas responsáveis pela gestão do fluxo interno de documentos, de outro lado, além das empresas que oferecem sistemas de gerenciamento de impressão, mais conhecido no Brasil comooutsourcing de impressão.

MPS é um termo internacional para esse mercado e que gradualmente começa a ser aplicado aqui, especialmente pelos grandes fabricantes. Ainda que possa ser usada como sinônimo de outsourcing ela tem uma conotação mais abrangente. Segundo a definição da MPSA (Associação internacional de Serviços de Gerenciamento de Impressão – http://yourmpsa.org ) MPS significa a gestão ativa e a otimização dos equipamentos de impressão de documentos e dos processos de negócio relacionados. O outsourcing, como o conhecemos em seu sentido básico, é o aluguel, gestão, manutenção, suprimentos e infraestrutura de equipamentos de impressão em ambientes corporativos. As empresas mais ativas nesse mercado também podem oferecer um conjunto de serviços de suporte a TI incluindo a gestão de documentos ·e até mesmo o desenvolvimento de aplicações que podem chegar a comunicações personalizadas a até mesmo ao transpromo.

Os programas de MPS dos grandes fabricantes como Xerox, HP, Ricoh, Lexmark, Canon, Konica Minolta e vários outros tem escala global e, nesse sentido, o Brasil é o segundo maior mercado em crescimento no mundo depois da Índia, segundo a Photizo Group consultoria internacional especializada na área, e que tem atraído mais ainda essas e outras empresas de porte a virem buscar aqui uma maior participação. ·O mercado mundial de MPS se situa na faixa de 100 bilhões de dólares com previsão de crescimento de 22% anuais até 2014. Nada mal.

O mercado de MPS vem evoluindo agregando novas soluções aos seus usuários. Se no inicio se tratava mais de controle de impressão em ambientes corporativos, com o tempo a oferta de gestão continua de equipamentos, otimização de processos e o aprimoramento de estruturas de suporte vem levando a ofertas que começam a se integrar com as ofertas dos suportes de TI e de terceirização de processos críticos das empresas em relação a imagem, impressão e gestão de conteúdos. O estágio mais avançado começa a se dar exatamente pela convergência de mercados onde TI, BPO (terceirização de processos) e o MPS tem uma gestão de oferta unificada pelos grandes players. Veja, como exemplo, o processo de mudança pelo qual passa a Xerox onde sua área total de serviços tem como meta de ser responsável por 75% do seu faturamento nos próximos anos.

Observando o mercado brasileiro de outsourcing no seu caminho de crescer na oferta mais ampla de MPS, vemos que ele é ainda bastante fragmentado o que pode levar nos próximos anos a uma maior concentração de negócios em um número menor de empresas. O novo posicionamento dos grande fabricantes de equipamentos com a ampliação de programas próprios e mais abrangentes vai, sem dúvida, mexer com esse importante setor. As grandes corporações hoje,· em ampla maioria, já se utilizam desses tipo de serviço e começam a buscar soluções mais abrangentes. O crescimento do mercado vem do uso pelas médias empresas e, nesse caso, o papel dos distribuidores e revendas é fundamental.

Será interessante observar a evolução desse mercado e como as estratégias dos diversos fabricantes e seus canais os levarão a ter maior ou menor participação. Os que saberão sobressair e os que buscarão alternativas para sobreviver. Faz todo o sentido, portanto, termos uma arena de discussão para essa área de negócios. Nesse caminho o evento como o que foi realizado agora e que deverá ser repetido no próximo ano tenderá a ganhar maior importância com o tempo.

nosso artigo na Revista Abigraf 289 de maio/junho de 2017

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Dizem que leitores contumazes não procuram livros, eles os procuram. Pois em uma mensagem de um amigo me deparei no fim do ano passado com um lançamento feito no Estados Unidos de um livro que, posteriormente, foi considerado um dos 10 mais de 2016 pelo New York Times.

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