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A consultoria líder no setor gráfico da América Latina
em estratégia e desenvolvimento de negócios

Impressões

O blog da ANconsulting

Viewing entries from Hamilton Terni Costa
Hamilton Terni Costa

Hamilton Terni Costa

Consultor e empreendedor, administrador, articulista e professor, 38 anos de carreira nacional e internacional, foco no setor de comunicação gráfica, integrando a impressão com os novos meios de comunicação gerando novos negócios sem limitações setoriais

As Primeiras impressões da Drupa: Vibrante, Promissora e Confusa

by Hamilton Terni Costa
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Consultor e empreendedor, administrador, articulista e professor, 38 anos de car
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on 14/05/2012
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O maior evento do mundo para o setor gráfico demonstrou uma vez mais sua força ao reunir um conjunto invejável de expositores, novas tecnologias e avanços nos desenvolvimentos iniciados nos últimos anos, especialmente na área digital, mas para onde vamos?

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O Evento TransPromo Multicanal e a Venda de Soluções

by Hamilton Terni Costa
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on 18/04/2012
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Terminamos de realizar o evento TransPromo Multicanal neste começo de abril com a presença de um público basicamente composto por usuários finais, em especial das áreas bancarias, seguros e financeiras

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Os novos formatos da HP índigo e seus alvos: um passo a frente no mercado

by Hamilton Terni Costa
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on 19/03/2012
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Os novos lançamentos da HP, revelados na semana passada e que estarão brilhando na Drupa

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Os caminhos da Impressão Digital e os Documentos Transacionais

by Hamilton Terni Costa
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on 16/02/2012
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nossa artigo na última edição da revista Desktop

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Antevisão de Futuro : Novos Caminhos para a Impressão Digital

by Hamilton Terni Costa
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on 25/01/2012
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Captura_de_Tela_2011-08-27_as_18.50.49artigo da PODi através da nossa parceria com WTT

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Impressão de Embalagens no Brasil e América Latina em 2012

by Hamilton Terni Costa
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on 05/01/2012
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nosso artigo de final de ano na revista Conversión de circulação em toda América Latina. 

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As tecnologias gráficas críticas e as que geram oportunidade

by Hamilton Terni Costa
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on 02/11/2011
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Nosso artigo na atual edição da revista Desktop


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Já Ultrapassamos o Abismo para os Serviços de Cross-Media Marketing?

by Hamilton Terni Costa
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on 30/10/2011
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Captura_de_Tela_2011-08-27_as_18.50.49mais um artigo de Barb Pellow através da nossa parceria com o WTT

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A próxima Drupa: programe sua visita pela estratégia da empresa, não somente pela tecnologia

by Hamilton Terni Costa
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on 23/10/2011
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Nosso artigo publicado na presente edição da revista Publish

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Você é um Solucionador de Problemas ou um Fornecedor?

by Hamilton Terni Costa
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on 12/10/2011
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Captura_de_Tela_2011-08-27_as_18.50.49mais um excelente artigo da nossa amiga Barb Pellow da InfoTrends.

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GraphExpo 2011: algumas novidades e varias evoluções

by Hamilton Terni Costa
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on 22/09/2011
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graphexpoE não é que a feira estava movimentada?

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Umas Poucas Tendências que nos Trouxeram para Onde Estamos - By Frank Romano

by Hamilton Terni Costa
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on 21/09/2011
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Captura_de_Tela_2011-08-27_as_18.50.49 artigos autorizados para publicação pela ANconsulting - nossa velha nova parceria

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Os Quatro “P”s da Venda de Cross-Media*

by Hamilton Terni Costa
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on 27/08/2011
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Captura_de_Tela_2011-08-27_as_18.50.49 passaremos a selecionar e reproduzir artigos do WTT, nossa velha nova parceria

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A transição de Fornecedores de produtos Gráficos para Fornecedores de Soluções ao Cliente

by Hamilton Terni Costa
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on 27/08/2011
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Encontro ANconsulting para Impressão Digital

No último dia 25 realizamos, ou voltamos a realizar, os encontros ANconsulting, antigamente chamado de Encontros PODi.

Nesse dia contamos com a participação do Bruno Schrappe da Arizona, do Pedro Camiloti da Laborprint, do Anselmo Bortolin da Meta Solutios e do Rogério de Pinho da Alphagraphics Master.

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O Processo Mental para a Melhoria da Produtividade

by Hamilton Terni Costa
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on 23/08/2011
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Publicado na revista Publish de Julho

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Gerenciamento de Impressão (MPS): vários passos além do outsourcing

by Hamilton Terni Costa
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on 23/08/2011
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Outsourcing de impressão: um mercado ainda em pleno crescimento

by Hamilton Terni Costa
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on 25/06/2011
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nosso artigo na revista Desktop de junho/11

Certa vez, há uns cinco anos,  ao fazer uma apresentação para um grupo grande de vendedores e dirigentes de uma gráfica especializada em formulários, impressão de documentos e afins, lhes perguntei quem eram seus maiores concorrentes. De imediato começaram a me lançar nomes de outras gráficas com as quais disputavam clientes no seu dia a dia. Nesse momento projetei o site de três empresas de gerenciamento de impressão pinçadas por mim aleatoriamente no google sob o título de outsourcing de impressão e cuja busca indicava, na época, mais de 100.000 resultados. Hoje, 700.000.

Ao mostrar essas empresas e perguntar se as conheciam – e não conheciam - lhes disse para olharem bem o que elas ofereciam aos seus clientes: gerenciamento de toda a impressão de documentos da empresa, gerenciamento do fluxo de documentos, notas eletrônicas e outras coisas., e que, para mim, elas já eram os seus potenciais concorrentes, aqueles que poderiam tirar ou já estariam tirando seus trabalhos. Na ocasião quase toda a plateia presente reagiu com indiferença. As manifestações, em sua maioria, foram de “isso não incomoda” , “esse pessoal só está preocupado em alugar máquinas de cópias” ou “isso é coisa do pessoal de TI”, seguidos de sorrisos irônicos mostrando que o verdadeiro mercado estava nos produtos que faziam.

Me lembrei desse episódio recentemente quando começamos a fazer uma pesquisa de mercado no Brasil e México encomendada por uma grande consultoria internacional que está mapeando no mundo o que hoje internacionalmente se chama de MPS – managed print servisse, ou seja, o nosso velho outsourcing, ou a terceirização de impressão de documentos.  Ao conversar com várias das empresas que hoje atuam nesse mercado, começando com os principais fabricantes de equipamentos e de serviços como HP, Xerox, Canon, Ricoh, Lexmark e outros, vendo a importância e pujança que esse mercado hoje tem na área digital, não pude deixar de me lembrar daquele episódio de alguns anos e de que o mercado que discutíamos naquela ocasião praticamente definhou, em especial depois da crescente utilização compulsória das notas fiscais eletrônicas.  Ao contrário, o mercado de MPS explodiu e hoje é uma prática adotada em praticamente 100% das grandes organizações e crescendo rapidamente nas médias empresas do país – e do mundo.

Tal a importância desse mercado que vários dos grandes fabricantes de equipamento de impressão digital têm sua receita fortemente vinculada ao MPS. Seja com programas próprios ou seja através de uma vasta gama de revendedores que também desenvolvem programas específicos para o cliente final. Nesse aspecto as muitas empresas de sistemas que oferecem soluções ao mercado brigam hoje renhidamente como outrora víamos as gráficas comerciais brigarem na impressão de notas fiscais ou documentos afins. É sem dúvida, por um lado, um mercado maduro e que, em muitos casos, pode chegar a saturação de oferta. Por outro ele deve propiciar a consolidação de negócios através da junção de empresas e também expandir-se ao agregar serviços de terceirização de processos de negócios (BOP em inglês).  Nestes casos a impressão é parte de cima do iceberg dos processos internos.

O interessante é que, em muitos aspectos, pode-se valorizar o documento impresso, a despeito da tendência inevitável de digitalização. Ao se reverem os processos pode-se entender melhor a importância de documentos, digitalizados e impressos , em especial aqueles que tocam os clientes e, a partir daí, se criarem novas oportunidades comerciais para a empresa emissora, para seus parceiros comerciais e para impressores. Nesse caso me refiro a aplicações como transpomo, por exemplo, que tal qual brasa coberta em lenha, gradualmente irá esquentar e transformar-se em fogo comercial importante no momento que as empresas forem entendendo sua importância e de como ajustar e trabalhar seus processos internos para a produção de mensagens relevantes a seus clientes.

Enfim, o mercado de outsourcing tem tal importância que uma primeira conferencia específica de dois dias sobre o tema será feita no final de julho de 2011 em São Paulo, na esteira de um conjunto de conferencias feitas nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Chamada de MPSconference merece a presença daqueles que já vivem ou querem expandir-se nesse mercado.

 

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A inovação através do modelo de negócios

by Hamilton Terni Costa
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on 18/06/2011
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nosso artigo publicado na revista Publish de junho/11

No módulo de gestão estratégica que ministramos na Pós Graduação Gestão Inovadora da Empresa Gráfica da faculdade Senai Theobaldo De Nigris, apresentamos, neste ano, uma metodologia sobre desenvolvimento de modelos de negócios que vem sendo aplicada com muito sucesso a partir de um grupo de 470 colaboradores reunidos em conjunto com um consultor Holandês Alexander Osterwalder e que pode ser encontrada em seu livro Business Model Generation.

Por que coloco isso aqui? Porque cada vez mais a sobrevivência e o desenvolvimento de empresas gráficas e, em especial, aquelas que se aprofundam na tecnologia digital de impressão ou não, levarão forçosamente a rever seus modelos e desenvolver aqueles que lhes tragam as diferenciações necessárias para um crescimento mais lucrativo e mais conectadas com seus clientes. Para isso é preciso conhecer o que é e como podemos inovar nesses modelos. É comum ouvirmos ou lermos com frequência que é preciso rever o modelo de negócios ou que a empresa Y tem um modelo de negócios inovador, mas, por experiência própria, quando fazemos apresentações para diferentes plateias ou mesmo em clientes e perguntamos sobre modelo de negócios as respostas, em geral, são mais de dúvidas que certezas.

A metodologia desenvolvida por Ostewalder e seu grupo  é muito visual e permite uma ampla discussão entre os eventuais participantes de um planejamento estratégico de uma empresa que queira rever, aprimorar ou construir um modelo de negócios. Basicamente um modelo, ou a maneira com que a empresa constrói e entrega valor aos seus clientes, é composto de quatro partes básicas: Proposição de valor ou oferta, ou aquilo que oferecemos de benefícios aos nossos clientes através de nossos produtos ou serviços; os segmentos de clientes que queremos atingir, que tipo de relacionamento e que canais usamos; a infraestrutura necessária para produzirmos esses produtos e serviços, as parcerias que complementam nossa oferta e os custos envolvidos e, por fim, como fazemos dinheiro com isso, ou seja, as linhas de faturamento que temos.

Quando digo que a metodologia é visual é porque se coloca em uma grande tela esses elementos: proposição de valor no centro, infraestrutura dividida em tres blocos: recursos essenciais, atividades chave e parcerias, embasadas na estrutura se custos – no lado esquerdo da tela; clientes, canais de venda e forma de relacionamento, embasados pelas linhas de faturamento – no lado direito da tela (figura 1).  A dinâmica se dá quando entendemos a relação entre as várias áreas, os modelos então existente e onde poderemos ou deveremos trabalhar para buscar diferenciações ou mesmo novos mercados. Numa discussão de grupo podem ser usados postits com as diversas idéias e possibilidades e as consequências das alterações e novidades.

Em um workshop específico trabalhamos com as empresas para esse redesenho. Independente disso o entendimento do que é um modelo de negócios e sua dinâmica pode e deve levar a organização a decisões sobre os passos a tomar e a melhor maneira de se adequar a novas proposições de mercado. Definir, por exemplo, em se criar uma nova oferta de serviços através da impressão digital e definir quais aplicações, para quais clientes, com qual infraestrutura e parcerias, que implicações de custo tem e que linhas de faturamento permitem.

Sei também que para muitos essa simples leitura já pode gerar reações como bobagem, perda de tempo. No entanto o que vemos na prática no setor gráfico é muita falta de planejamento, decisões de impulso baseadas na cópia do que fez o concorrente e muitas lamentações por não se ter pensado com mais propriedade sobre os retorno de investimentos. Conhecer, redefinir e projetar um novo modelo de negócios pode fazer toda a diferença entre sucesso e “azar”.

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As novas rotativas Ink jets e os caminhos da impressão digital de alto volume

by Hamilton Terni Costa
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on 22/05/2011
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nosso artigo publicado na revista Desktop de maio/11

Este ano mal começou e muitas novidades afloraram na área de impressão digital, em especial para a produção de alto volume.  No evento Hunkeler Innovationdays realizado em fevereiro na suíça foi lançada a nova rotativa inkjet da Xerox baseada em tinta sólida, sem agua, e aplicável a qualquer tipo de papel.  É o primeiro passo da Xerox na área do inkjet visando atingir aos mercado transacional, de marketing direto e editorial que mostram franca perspectiva de crescimento. O atendimento a esses mercados com impressão colorida, aliás, é o que vem efetivamente impulsionando o lançamento das novas rotativas como a T400 da HP que acaba de ser anunciada e mostra números robustos. Com bobina de 42 polegadas de largura (106,7cm) e velocidade de até 600 pés minuto. Além disso a HP passa já neste ano a disponibilizar sua rotativas T200, T300 e T350 para o mercado latino-americano conforme anunciado durante o evento Dscoop realizado em fevereiro em Orlando.

O lançamento dessas e outras máquinas rotativas digitais coloridas vai consolidando a tecnologia de inkjet para a produção de grandes volumes aliando velocidade e qualidade. Em termos de impressão a maioria delas atinge o que se chama de “business quality” ou qualidade de negócios, em tese suficiente para a impressão de material transpromo e promocionais e mesmo de boa parte de livros. A impressão equivalente a offset vem sendo anunciada e mostrada nas primeiras impressões, entre outras, da linha Prosper da Kodak.

Essa é uma longa e antiga discussão entre gráficos, desenhadores e fabricantes no que se refere a percepção dessa qualidade. Para muitos o cliente final não chega a  notar grandes diferenças entre a qualidade  “business e a offset” . Para outros, especialmente os impressores, essa diferença é significativa. O que entendo é que dependendo da aplicação ou tipo de trabalho, ou seja, aqueles que não destacam ou não precisam destacar elementos gráficos ou imagens extremamente refinadas realmente o cliente final não a percebe como destoante, exceto se a impressão estiver mesmo muito lavada.

Polêmicas à parte, o mais importante é o crescimento das famílias de máquinas rotativas coloridas que começam a ganhar espaço em termos de produção e trazem importantes alternativas aos mercado citados, criando mesmo novas possibilidades de produções personalizadas ou em tiragens específicas dentro de volumes maiores e mais significativos.  No caso do editorial, por exemplo, área onde os equipamentos HP têm tido uma importante procura, a possibilidade de produção em sequencia de livros coloridos de tiragens entre 3000 e 5000 e, com a nova máquina, possivelmente até 7.000, rouba uma fatia das produções em equipamentos offset de folha acrescentando a possibilidade da personalização por escolas, no caso de sistemas educacionais e outros requisitos de variabilidade.

Esse é um aspecto interessante. Esses equipamentos não concorrem ainda diretamente com as rotativas offset a quente em volume e custo operacional, mas facilitam e ampliam a produção se comparadas a médias e grandes offset de folhas.

No caso do mercado transacional ampliam-se sobremaneira as possibilidades de criação de peças de comunicação mais eficiente com o uso da cor, além, é claro de gradualmente viabilizar mais desenvolvimentos de documentos transpromo com atratividade e mensagens relevantes.

Bom começo de ano nesse campo. Os próximos meses, até a Drupa, prometem muito mais.

 


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Marketing cross-media e as oportunidades de mercado para impressos

by Hamilton Terni Costa
Hamilton Terni Costa
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on 30/03/2011
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Nosso artigo Publicado na revista Publish de Março/2011

Todos sabemos que a Internet vem gradualmente revolucionando a maneira de se fazer negócios em geral, modificando radicalmente a intermediação comercial, a produtividade em muitas indústrias e, em especial, a maneira de se fazer marketing integrado com as redes sociais e os aparelhos móveis como os smartphones e os tablets como o IPad e seus equivalentes. Ainda mais agora com o chamado computador nas nuvens (cloud computing) onde a internet passa ser a plataforma de operação de sistemas operacionais.

Nessa profusão contínua de novos meios não se deve descartar a inclusão e a interatividade que a mídia impressa ainda oferece. Todas as pesquisas feitas nesse sentido mostram que o retorno do investimento de marketing quando envolve parte papel e parte as mídias digitais sobe consideravelmente.  Dissemos interatividade pois com os códigos tipo QR (códigos Quick Response), a RA (realidade aumentada) e as PURLs (páginas pessoais na Internet), é cada vez mais possível ir-se do material impresso ao digital tornando a impressão interativa com o leitor ou o cliente.

Exatamente pelo fato de se estabelecer essa condição onde o material impresso leva o leitor ou cliente a uma interação com a mensagem recebida, se essa lhe for relevante, que estão se desenvolvendo novas aplicações mercadológicas dentro de um guarda-chuva que podemos chamar de marketing de cross-media onde a conexão com o cliente se faz em diferentes mídias, inclusive e com especial atenção à mídia impressa, buscando um verdadeiro diálogo com esse cliente através de regras de negócios estabelecidas nos softwares que tramitam toda essa comunicação.

Como bem afirma Barbra Pellow da InfoTrends dos EUA, a maioria das pessoas hoje estão conectadas todo o tempo sendo atingida por informações por diferentes mídias como a televisão, rádio, celulares, computadores de mesa e, cada vez mais, os portáteis, além da mídia impressa em suas diferentes formas como catálogos, jornais, revistas, folhetos e documentos transacionais especialmente dirigidos. Em função dessa conexão e com a possibilidade do envio de mensagens específicas e relevantes para cada um, o profissional de marketing, diz ela, mais do que pensar em campanhas, deve pensar em criar um diálogo, uma conversação com seus clientes.

Olhando desse prisma, e com as novas tecnologias disponíveis de manejo de bases de dados, impressão variável específica e com o domínio das novas técnicas de marketing online, vem tornando possível a fornecedores de materiais impressos  incorporar essas novas tecnologias, adquirir essas competências, seja de criação, seja do trabalho com dados, seja do manejo de sistemas que ofereçam a seus clientes as medições de retorno e, com isso, criar novas oportunidades de desenvolvimento de negócios com seus clientes.

É evidente que esse tipo de oferta e de negócios envolve um desenvolvimento da empresa para um campo bem além da gráfica tradicional. Essas empresas, em geral, nem se qualificam mais como gráfica em sentido restrito, e se apresentam muito mais como uma geradora de serviços de marketing e, até mesmo, de gerenciadora da logística de parte ou do todo da comunicação mercadológica dos seus clientes.

Não é uma transição fácil para empresas gráficas tradicionais pois isso rompe com os modelos estabelecidos há muito tempo como paradigmas do setor, mas é algo perfeitamente possível se o foco é criar algo de valor do ponto de vista do cliente, aumentar a oferta de serviços e criar diferenciais que, muitas vezes eliminam a concorrência. São empresas como agdirect e Arizona que já fizeram essa transição e outras que estão nesse caminho como a Laborprint, BMK, Print Laser, Procarta e outras do setor transacional que buscam nesse desenvolvimento a oferta de soluções diferenciadas.

É toda uma nova indústria que começa a se formar em torno do marketing de cross-media onde o material impresso, repito, não é o foco único, mas é um componente bastante importante no meio dos outros meios de comunicação

 

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