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Meu amigo e consultor norte-americano David Zwang publicou no site WhatTheyThink! nos meses que antecederam a drupa 2012, com muito sucesso, uma série de artigos esmiuçando e explicando as diferentes tecnologias, equipamentos e lançamentos que envolviam o processo inkjet de produção. Lembrando que a tecnologia inkjet foi a mais festejada nas duas última drupas e seguramente também o será na próxima. O Inkjet de produção se concentra nos equipamentos de produção de maior volume usando essa tecnologia.

Neste ano de drupa o David volta com uma nova série de artigos com o mesmo tema e que se estenderão daqui até a feira e depois. Desta vez, porém, por solicitação do próprio David e dentro da nossa parceria com o whattheythink.com, a AN Consulting estará traduzindo e publicando esses artigos concomitante com sua publicação nos Estados Unidos.

Começamos hoje. Aproveite e venha conhecer por dentro tudo o que se refere ao inkjet de produção, seu desenvolvimento, novos lançamentos e tendências. 

Gradualmente acrescentaremos também nossas análises e avaliações.

Venha junto, pergunte, participe.

Hamilton Costa

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Inkjet Drupa 2016

 

Neste artigo, David começa o processo de olhar para as mudanças no inkjet de produção desde a Drupa 2012, com um olho na educação do mercado sobre o que está na praça e o que podemos esperar para ver.

Por David Zwang

Publicado no WhatTheyThink.com em 15 de fevereiro de 2016

Em 2011, David Zwang escreveu uma série de artigos que mostravam a então oferta de produtos inkjet de cada fabricante e como estavam ou poderiam ser usados. Ele também examinou algumas das novas tecnologias inkjet que começavam a ser vistas em novos produtos e ofertas demonstradas durante a drupa 2012. Agora é tempo de atualizar tudo isso na reta final para a drupa 2016!

Estamos quase lá de novo. A drupa 2016 está a poucos meses à frente e as especulações sobre qual vai ser o o foco principal do evento deste ano já começaram e continuarão a serem construídas e evoluirão à medida que cheguemos mais perto do momento da verdade.

Podemos assumir que serão mostrados muitos desenvolvimentos novos e interessantes e, alguns deles, podem ser os que mudarão o jogo, embora eu acredite que, na verdade, serão evolucionários. De qualquer maneira haverá mudanças significativas na aplicação e adoção do inkjet de produção. Para aqueles de vocês que guardaram a série de artigos que comecei a publicar antes da drupa 2012 e continuando após o evento, terão agora a oportunidade de ver se o que foi prometido foi entregue e para onde se pode esperar que o inkjet de produção vá.

Se olharmos os direcionadores para a adoção do inkjet de produção, eles são igualmente impressivos. A promessa é ter a capacidade de entregar o impresso variável e sob demanda igual ao feito com a impressão eletrofotográfica combinando com o aumento de volume e velocidade que se espera da offset. E tudo isso com custos muito mais baixos do que os impressos feitos na impressão eletrofotográfica. Os fornecedores de serviços gráficos com aplicações como impressão transacional e de livros entenderam essas vantagens e pularam no trem do inkjet mais cedo. Entretanto, movimentos para serviços de qualidade mais alta como mala direta, material promocional e outras aplicações com altas demandas como embalagens se mantêm sentados na calçada esperando pelos próximos estágios de desenvolvimento. Os primeiros impedimentos para uma maior aceitação e adoção têm sido o de alcançar a qualidade da offset ou impressão eletrofotográfica e maior velocidade.

Nos meus artigos da série anterior, descrevi muitos dos fatores que contribuíram para a qualidade e velocidade do inkjet de produção e o que seria necessário acontecer para permitir sua evolução a um próximo nível. Nos últimos quatro anos, após a drupa 2012, temos visto muitas dessas mudanças evolucionárias chegarem ao mercado. Nessas se incluem as novas tecnologias de cabeças de impressão como a HDNA da HP – High Definition Nozzle Architecture. Ainda mais prevalecentes são as soluções que oferecem melhor controle ou implementação das tecnologias de cabeça de impressão existentes. A  Ricoh VC60000 é um excelente exemplo disso. Esperamos ver mais dessas melhorias nas cabeças de impressão e seu uso nas máquinas a serem lançadas na próxima drupa.

Também vimos um desenvolvimento significativo nas tintas usadas, em corantes, no carregamento de pigmentos através de pontos “nanos” e posterior refinamento dos veículos e aditivos que controlam como a tinta se deposita e seca na mídia. Essas mudanças ajudam a produzir um contraste muito mais alto da impressão ou uma visão de profundidade no produto final impresso. E enquanto tudo isso estava se passando nos laboratórios dos fabricantes de impressoras inkjet, os fabricantes de  papel estiveram bem ocupados refinando e expandindo sua produção de mídias compatíveis para inkjet. Esses fabricantes de mídia deixaram não somente suas marcas na inkjet de produção, mas também no explosivo uso das inkjets nos mercados de sinalização e displays. Essa sinergia ajudou a direcionar o desenvolvimento de muitas das necessidades mútuas desses mercados e ajudará a direcionar o uso da inkjet de produção em muitas outras aplicações de impressão comercial que estão avançando.

Um dos impedimentos para a adoção da inkjet de produção na impressão comercial também tem sido o fato de que as gráficas comerciais usarem muitos tipos diferentes de mídia no curso de um dia. Mesmo com algumas das novas tecnologias de manuseio, a gestão e manuseio de bobinas de papel é mais difícil do que o manuseio de folhas cortadas. Em resposta a essa necessidade, durante o período entre a drupe 2012 e a de 2016, vimos a introdução da impressora inkjet  Canon Océ i300 de produção de folhas assim como a Delphax elan está começando a vir para o mercado. Também vimos a introdução da Xerox Rialto 900 e da Pitney Bowes AcceleJet que produzem diretamente da bobina para folhas ocupando um espaço bem compacto. Ambas máquinas estão objetivando mercados que incluem a produção de material transacional e malas diretas em menor escala. (clique para ver nosso artigo a respeito dessas máquinas publicado na revista Abigraf)

Há outras impressoras inkjet que serão mostradas na drupa 2012, mas que estão apenas começando a ser instaladas em ambientes de produção. Em alguns casos ainda estão como instalações beta apenas começando a produzir. Nisso se incluem algumas tecnologias bem excitantes e implementações da Konica Minolta, Landa, KBA, etc. Esperamos ver muitas delas finalmente saindo pelo portão e indo para as mãos dos gráficos. 

Uma das novas e interessantes aplicações para a inkjet de produção são as embalagens. Enquanto vemos inkjets de produção sendo usadas na produção de rótulos por alguns poucos anos de empresas incluindo a EFI Jetrion, Super Web Digital e outras, agora vemos  outros segmentos de embalagens sendo objetivados. Nesses se incluem cartões semi rígidos como a Canon InfiniStream, que é tecnicamente de toner líquido e não inkjet, mas que realmente objetiva o mercado digital de embalagens. Também vimos recentes anúncios sobre a HP PageWide Web Press T1100S inkjet desenvolvida em conjunto com a KBA e a HP PageWide Web Press T400S para o mercado de corrugados. Esperamos ver um foco significativo na impressão digital e acabamento em embalagens na drupa 2016.

Conclusão

No decurso dos meses até a drupa 2016 e depois do evento, cobrirei em detalhes muitos dos novos desenvolvimentos no espaço da inkjet de produção. Sugiro que você faça uma revisão dos artigos sobre produção inkjet e workflows para refrescar a memoria. Eles cobrem não somente os fabricantes e as máquinas que chegaram ao mercado, mas também os direcionadores tecnológicos, requisitos e impedimentos.

 

Sobre o David: David Zwang é consultor trabalhando com otimização da produção, planejamento estratégico, análise de mercado e servicos relacionados. Seus clientes incluem gráicas, fabricantes, varejistas, editoras, premedia e agências do governo americano

 

 

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Domingo, 31 Enero 2016 17:32

Frank Romano no Brasil

Terça feira dia 2, no Rio de Janeiro, estaremos recebendo o prof. Frank Romano para uma palestra e debate sobre o Estado Atual da Industria Gráfica e Tendências. Amigos que somos há muitos anos, ele nos confiou a organização desse evento. A HP, a Konica, a Afeigraf e a Isidora W2P estão patrocinado esse que é considerado o maior guru da industria gráfica mundial. Para os que ainda quiserem ir, o site para inscrições é o http://expoprint.com.br/frankromano/. A organização e promoção é da ANconsulting e APS. O prof Frank segue em seu caminho para a Drupa. A parada no Brasil é uma das que ele fará antes da India e China até sua chegada na Alemanha por navio, já que ele não toma avião de jeito nenhum. Para os que não podem ir gravaremos o evento e depois disponibizaremos via youtube.

frank romano

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A demonstração de vendas de web-to-print para os clientes é  uma parte muito importante do seu processo de vendas. Para muitos gráficos esse é um novo território, mais do que falar sobre capacidade de produção, qualidade de impressão, prazos de entrega e gestão de contas, agora você está demonstrando uma tecnologia aos seus clientes que eles utilizarão ao fazer negócios com você.

 

Uma boa demonstração da tecnologia pode facilitar o fechamento da sua venda, uma demonstração pobre pode causar o resultado oposto. Estou escrevendo um livro inteiro sobre esse assunto, aqui estão minhas 6 dicas para a sua apresentação da solução de web-to-print.

1. Faça o seu dever de casa (Preparação Estratégica)

Uma argumentação de vendas é uma experiência única para seu prospecto/cliente. Eles nunca deveriam se sentir como ouvintes de um roteiro que você memorizou e já repetiu por 100 vezes. Seus clientes não querem saber nada sobre a tecnologia – eles querem saber como a sua tecnologia resolve os desafios que eles tem. Quanto mais você conhecer sobre os seus clientes antes da apresentação, melhor você pode trabalhar em uma mensagem na medida para esses desafios. Quando as pessoas fazem demonstrações baseadas em roteiros repetidos elas tendem a fazê-las sem deixar espaço (tomar fôlego) para as perguntas ou comentários dos clientes. A demonstração de vendas deveria ser uma conversação sobre os desafios do cliente e as soluções relevantes fornecidas pelo seu sistema de web-to-print, não um discurso.

The kind of research I’m talking about here is the sales intelligence you will hopefully get from your sales representative or account manager. What is the landscape of this customer? What are they struggling with that your web-to-print solution will solve? For example are they a hospital chain with five regional locations who need a centralized place to store and order printed materials (forms, marketing assets, corporate identity) or are they a growing medical device company who is hiring twenty new sales representatives a month and they need a centralized place for them to get the content required to move their prospects through the sales pipeline?

O tipo de pesquisa de que estou falando aqui é a da inteligência de vendas que você , esperançosamente, deve ter de seu vendedor ou gerente de contas. Qual é o cenário para o seu cliente? Com que tipo de problemas ele está lidando que a sua solução de web-to-print pode resolver? Por exemplo, eles são um uma rede de hospitais com cinco instalações regionais que necessitam de um local central para armazenar e comprar materiais impressos (formulários, material de marketing, impressos corporativos) ou eles estão desenvolvendo uma empresa de equipamentos médicos que está contratando vinte novos vendedores por mês e que precisam de um local centralizado para eles pegarem material com conteúdo para levar os seus prospectos através do funil de vendas?

Consiga toda a informação que puder através da sua equipe de vendas além de fazer sua própria pesquisa na internet. Você nunca deve fazer uma demonstração sem conhecer o panorama básico do cliente porque uma possível boa experiência pode ser perdida. Um demonstração genérica pede ao potencial cliente fazer o trabalho que já deveria ter sido feito. Você está perguntando para ele imaginar como essa demonstração genérica poderia beneficia-lo. Nunca, jamais, passe um trabalho de casa para o seu cliente ou que o faça pensar. Ninguém quer comprar de alguém que faça mais difícil a sua vida no trabalho.

2. Prepare (Preparação Tática)

Entender seu cliente é um requisito básico para uma demonstração de vendas de tecnologia. O outro lado dessa melhor prática é sua preparação tática para a demonstração. Demonstrações de tecnologia requerem preparação do seu computador, seus logins, a configuração do seu site de demonstração e dos arquivos que você precisa fazer upload como parte da apresentação.

A falta da preparação tática pode te deixar maluco. Seu pessoal de vendas fez de tudo para conseguir a atenção e tempo de compradores potenciais e você falha em mostrar sites de referencia, em ter logins prontos ou em ter um arquivo pronto para mostrar durante a demonstração? O que você está pensando? Você pode ter só uma chance para mostrar ao cliente potencial e, ao não fazer isso direito, você está mandando uma mensagem a ele – você não dá valor ao tempo dele! Essa é a última coisa que um cliente potencial deve pensar sobre sua empresa.

Marque tudo o que você quer mostrar na demonstração, nem pense em abrir uma URL de última hora. De fato você deve ter múltiplas tabs abertas no seu brownser e prontas para você fazer as trocas durante a demonstração. Não gaste um segundo do tempo do seu potencial cliente. Tenha seu login e senhas prontas, já os deixe automatizados. Ninguém precisa ver que o seu sistema pode realmente autenticar um usuário. Se parte de sua demonstração envolve subir um arquivo (por ex., para colocação em um produto personalizado), por favor não suba uma figura aleatória do seu cachorro em um documento de negócios ou uma linda foto de seu filho em um cartão de visitas. Use gráficos relevantes, documentos, nomes de categorias, tudo o que mostre algo real. Não mergulhe em diretórios de arquivos no seu disco rígido aleatoriamente procurando por um arquivo; nós todos somos pessoas curiosas procurando por coisas estranhas ou que tragam embaraços no nosso computador – não dê oportunidade para se distrair durante uma apresentação de vendas.

Talvez seja melhor desligar o sistema de alertas de e-mails, assim você não precisa, de repente, ver um email de um cliente nervoso que esteja reclamando do seu sistema de web-to-print durante as apresentações. Esse não é um bom exemplo pronto para destruir sua apresentação de vendas, não é verdade? Você está justamente dizendo quanto que o seu sistema é legal quando surge um alerta de email mostrando “Não posso fazer login de novo – erro de sistema – ME AJUDE”.

Tenha certeza de que tudo esteja funcionando em ordem antes de fazer a demonstração  e, se estiver na empresa do cliente, assegure-se de que tenha acesso à internet e que possa usar o seu celular ou hotspot portátil como backup. Se for um webinar, faça login mais cedo e que tudo esteja funcionando adequadamente. Tenha alguém da sua equipe para fazer login para ter certeza que de que sua tela esteja adequada. Não faça com que o seu cliente tenha de ajustar a resolução da tela dele. Toda essa preparação é para dar uma clara mensagem ao seu cliente: nós temos o produto certo para você e valorizamos o seu tempo. Não faça com que o potencial cliente pense, imagine, ou faça qualquer coisa exceto acreditar que seu sistema foi feito especificamente para ir de encontro as suas necessidades.

3. Mostre somente benefícios/ exemplos relevantes

Sua solução de web-to-print pode ter 100% de funcionalidades, mas, por favor, não tente mostrar todas elas em uma única demonstração!. Você vai desperdiçar tempo do cliente e ele vai sair da demonstração achando que o sistema é complexo. Mais funcionalidades NÃO é bom. Funcionalidades relevantes são as únicas que contam. Quanto mais funcionalidades você mostra mais você vai entrar em partes do sistema que não são aplicáveis ao cliente. Você vai chamar negativamente sua atenção com o comentário: “nós não precisamos de nada parecido com isso”.

Mostramos coisas que imaginamos serem bacanas sem pensar como isso se aplica a esse cliente específico. Por exemplo, tenho visto gráficas ficarem bem entusiasmadas por mostrar um design em uma aplicação de um brownser (mude todo seu design) para um departamento de marketing corporativo. O principal desafio de um cliente é o controle da marca; ele vê você criar algo sem restrições ao redor de uma marca e pensa – que confusão isso faria com nossa marca!

Através de sua pesquisa e entendimento sobre o cliente você deveria ser capaz de identificar quais partes do sistema seriam relevantes para os desafios do negócio dele. Suprima o desejo de mostrar tudo. Mais não é o melhor, mais é complexo. As pessoas querem tecnologia para resolver problemas específicos. Muita tecnologia pode causar mais problemas.

4. Não Demonstre Funcionalidades Esperadas

Há um conjunto de funcionalidades que são esperadas nas aplicações online hoje em dia, como, por exemplo, perfil de usuários, autenticação, checkout de carrinho e histórico de pedidos, para dizer umas poucas. Essas são funcionalidades esperadas com as quais não se deve perder muito tempo na demonstração. O cliente verá que você pode fazer todo o caminho de uma transação online. Dessa forma não é preciso mostrar cada simples passo em detalhes durante a demonstração.

Compras online significam autosserviço. Uma das coisas chave que os clientes de sistemas online estão pensando durante sua demonstração é:  o meu pessoal pode usar isso? Uma demonstração longa e complexa mostrando cada funcionalidade de um sistema deixará o cliente com o sentimento de “complexo” e “difícil de usar”. Demonstre o que é relevante, fale sobre o que é esperado, mantenha a mensagem clara, simples e ela poderá ser feita a qualquer um.

4. Crie um Site de Demonstração de Vendas Real

Não use sua marca como exemplo no seu site de demonstração de vendas. Faça a apresentação da marca do cliente para cada demo para cada cliente ou crie uma ou mais “marcas falsas” que imitam mercados verticais típicos com os quais você trabalha para usa-las nas demonstrações de vendas.

Não conduza demonstrações em um sistema que está sendo ativamente desenvolvido, configurado ou mudado de alguma maneira. Quando dá “um pau” ou algum erro durante a apresentação de vendas, a última coisa que se quer ouvir é “Você está me gozando?” O cliente estará pensando: “eu não sou suficientemente importante para ter uma demonstração de vendas em um site que não seja estável?

Seu site de demonstração deveria ter todas as funcionalidades e características configuradas., o que significa que se você suporta variações de produtos (isto é, características de um produto que geram preço e um único item – como tamanho e cor em uma promoção de camisetas) então que tenha pelo menos um produto no seu site de demonstração que mostre essa funcionalidade. Saiba qual produto é assim para que você possa ir até ele rapidamente se um cliente perguntar sobre essa funcionalidade. Nunca seja forçado a dizer: “nosso sistema suporta essa funcionalidade mas nessa demonstração não temos essa configuração para mostrar”. Outra vez, você está mostrando que não dá o valor adequado ao tempo do seu cliente por não configurar o site para que ele veja as aplicações funcionando. Um site de demonstração de vendas é muito bom para se aprender com ele. Nós sempre recomendamos que seja o seu site número 1 e que você use o tempo de treinamento de implementação para configura-lo. Mergulhe fundo no sistema e configure com sucesso todas as aplicações e funcionalidades caso algum cliente pergunte, sendo que também é um grande exercício de treinamento.

5. Foque no Entendimento do Desafios

During every web-to-print demonstration there will be questions about what the web-to-print system can or cannot do. Nobody is in a position to know everything about what a system can or cannot do, the last thing you want to do is try to answer a question you don’t know or make up an answer. This is classic insecure sales; you think the customer will buy if they get a yes to everything. A yes to every question during a sales call just means you’re trying to sell more than you’re trying to understand the customer’s needs.

Durante cada demonstração sempre haverá questões sobre o que o web-to-print poderá fazer ou não. Ninguém está numa posição de saber tudo sobre o que um sistema pode ou não pode fazer e a última coisa que você vai querer fazer é responder uma pergunta que você não sabe ou inventar um resposta. Essa é a clássica venda insegura. Você pensa que o cliente vai comprar se disser sim a tudo. Um sim a todas as perguntas durante uma reunião de vendas significa que você está tentando mais vender do que entender as necessidades do cliente. Quando um cliente faz uma pergunta sobre uma funcionalidade do seu sistema de web-to-print, sua MELHOR resposta é esclarecer a pergunta sobre qual o desafio que o cliente está tentando resolver. Isso é tão importante que eu direi outra vez de outra maneira. Quando o seu cliente pergunta se o seu sistema suporta aprovações em vários níveis, sua MELHOR resposta é (não importa o que seu sistema faz ou não): “você pode me explicar que comportamento de compras você está tentando controlar? ‘

Você não respondeu sim, você não respondeu não. Você escutou e então formulou uma questão inteligente sobre o desafios do negócio que o cliente está tentando resolver. Você apenas mostrou a si mesmo que está mais interessado em entender o cliente do que simplesmente vender alguma coisa a ele – parabéns, isso vai por um longo caminho. Você ainda não o trilhou, cale-se e escute a resposta cuidadosamente. Os desafios dos clientes devem ser tratados como ouro; eles são as chaves para os negócios. Isso é como você deveria pensar sobre cada funcionalidade na sua solução – que desafios de negócio ela resolve e só então você pode perder seu tempo na frente do seu cliente falando sobre os desafios e soluções de negócios DELE, e qual é a forma mais relevante e poderosa do que a lista das funcionalidades do seu sistema de web-to-print.

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O maior evento do mundo para o setor gráfico demonstrou uma vez mais sua força ao reunir um conjunto invejável de expositores, novas tecnologias e avanços nos desenvolvimentos iniciados nos últimos anos, especialmente na área digital, mas para onde vamos?

O maior evento do mundo para o setor gráfico demonstrou uma vez mais sua força ao reunir um conjunto invejável de expositores, novas tecnologias e avanços nos desenvolvimentos iniciados nos últimos anos, especialmente na área digital. A despeito da preocupação dos organizadores sobre a frequência de público, já que nos primeiros 4 dias a feira teve 30% menos visitantes que a sua última edição, há que se esperar pelos números finais pois, nesta data, a feira ainda não terminou.

Todas as vezes que visito a Drupa tenho a preocupação de entender o grande painel que se forma com a junção de todas as opções tecnológicas a nossa frente, a disposição dos empresários nos seus investimentos e as reações dos fabricantes na sua necessidade de transformar tudo isso em resultados. Dessa observação tirar os possíveis caminhos do setor e as tendências predominantes. Minha matéria prima é informação e, portanto, o contato pessoal com outros analistas e com os dirigentes das empresas de tecnologia é fundamental. Além disso conversar com profissionais gráficos, donos de empresas, diretores e sentir sua compreensão do que estão vendo e buscando.

É sempre um pouco prematuro fazer extensas análises ainda no âmbito da feira, mesmo porque há muita informação chegando ao mesmo tempo, anúncios de tecnologias que ainda terão de se solidificar e outras já maduras que ainda demonstram alguma vitalidade. Portanto leva um tempo para uma análise mais profunda com a compreensão dos vários ângulos possíveis de se olhar.

Mesmo assim coloco aqui minhas primeiras observações que, sem dúvida, serão aprimoradas ao longo dos próximos meses, no confronto de opiniões com clientes, com outros analistas e profissionais do setor e nos diversos debates que participaremos sobre o tema.

A primeira impressão geral é a de que o setor que é visto como declinante do ponto de vista do público em geral, do senso comum, mostra ainda uma vibração e uma vitalidade interessantes. Não são pequenos os números dos investimentos realizados e por realizar por parte das diversas empresas de tecnologia. São muitos milhões de dólares, para não dizer bilhão, pois não tenho agora essa soma total. Mas não é pouco, incluindo empresas como HP cuja alma está em mercados ditos de ponta. Não haveria ainda tanto investimento se o setor estivesse em colapso.

O segundo aspecto que me chamou a atenção é a afetiva transição do analógico para o digital, mesmo para os mais tradicionais fabricantes de tecnologias de impressão. Essa transição segue um interessante caminho na ampliação dos formatos e no aumento da velocidade das impressoras digitais e nas amplas possibilidades da impressão híbrida entre offset e inkjet. Ainda que se perceba agora com mais claridade a limitação advinda do toner seco, as aplicações em toner líquido – talvez os maiores avanços mostrados na feira – o aprimoramento e as novas máquinas de folhas em inkjet – 16 ao todo – as potencialidades das novas tecnologias como a nanografia e sua proposição de altos voos em qualidade e tiragens compatíveis com as offsets mostram todo um caminho a seguir. Não há nenhum dos fabricantes de ponta de offset que não tenham anunciado ou mostrado seus modelos em digital ou em impressão híbrida. O que mostra que o desenvolvimento, nos próximos anos, será a captação de folhas do analógico para o digital resolvendo a segunda maior questão dessa tecnologia: produtividade. Ao se poder imprimir mais, com flexibilidade e variabilidade, o mercado de impressão digital que hoje predominantemente é um mercado de nichos, tenderá também a captar mais folhas em segmentos de volumes sendo a flexibilidade relacionada a ajustes rápidos, personalizações, versões e novas opções em termos de substrato e aplicações.

Por fim, nessa primeira e rápida análise, pude sentir, em muitos dos gráficos que visitaram a feira, um aumento de suas dúvidas sobre os caminhos a seguir. Para os que foram a Drupa objetivados sobre a troca ou novos equipamentos, tudo bem. Mas para muitos que foram na busca de respostas sobre o futuro imediato e de médio prazo, essa é uma Drupa confusa. Por que confusa? Porque a primeira constatação visual que se podia fazer sobre o fluxo das pessoas nos primeiros dias da feira mostrava como os estandes dos fabricantes de offset estavam lotados, mais do que a média dos estandes dos fabricantes de equipamentos de impressão digital. Digo como média, pois alguns desses estavam também bem tomados. Mas, do ponto de vista de quem ainda está fortemente lastreado em offset essa tecnologia ainda está viva e forte. Por outro lado não há como não reconhecer que as tecnologias digitais estão crescendo muito fortemente, começando pelas ofertas dos próprios fabricantes de offset, como falamos acima. Nesse ponto muitos empresários entendem que não há como fugir desse destino, vão então olhar mais de perto e entender essa tecnologia e, aí então, constatam que a diversidade de ofertas, a pluralidade de equipamentos e o diferentes fluxos de trabalho necessários – afinal o equipamento digital é só uma parte desse fluxo – os deixa ainda mais perdidos e confusos.

Mais do que nas feiras anteriores, esta Drupa ressaltou essa “confusão” no sentido de uma determinação estratégica de muitos gráficos. E agora? Muitos perguntavam. Por onde e para onde ir?

Uma resposta que muitas vezes não é simples, pois ela deveria vir dos seus clientes e do entendimento de suas necessidades imediatas e futuras. Uma resposta que exigirá de muitos uma revisão bem ampla de seus negócios no sentido de captar com mais nitidez essas efetivas necessidades que, em muitos casos, ultrapassa a simples compra de algo impresso, mas reside na compreensão de seus fornecedores parceiros dos desafios que seu negócio enfrenta e de que maneira eles podem ajudar nessa tarefa. Nem todos, talvez a minoria das empresas gráficas, na verdade, está preparada para esse entendimento. Mas é somente ele que irá dirigir os próximos investimentos e as definições tecnológicas que deverão ser tomadas daqui para adiante.

Nesse aspecto a Drupa aponta caminhos, mas não os define.

E você que esteve lá, como viu a feira e as tendencias mostradas?

Hamilton Costa – 14/05/12

 

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