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nosso artigo na Revista Abigraf 292 - dezembro/17

Jeffrey Immelt, presidente do conselho da GE, em recente entrevista à revista Exame ( https://exame.abril.com.br/revista-exame/por-que-a-ge-mudou-o-jeito-de-trabalhar-de-300-mil-funcionarios/ ) pontuou “queremos ser uma empresa industrial proeminente. E para ser uma empresa industrial relevante no século atual é preciso ser uma empresa de tecnologia ao mesmo tempo.....partimos do principio de que queremos uma empresa com escopo mais aprofundado, e não mais amplo. Queremos que a companhia consiga ir mais fundo na relação com os mesmos clientes e entregue mais do que apenas equipamentos”. 

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Monday, 15 January 2018 16:25

Como a inovação realmente funciona

http://hbrbr.uol.com.br/como-a-inovacao-realmente-funciona/

Interessante artigo sobre implementação da inovação em empresas e suas gestão, como um pipeline de vendas:

Vendas e Marketing já foram áreas governadas pela emoção. Mas em algum momento da história, percebemos que estavam baseadas em pipelines (sistemas de gerenciamento de informações) definíveis e em tecnologias aplicadas para gerenciá-los. Hoje em dia é possível posicionar o dashboard de uma empresa para gerenciar os pipelines e fazer ajustes com o intuito de melhorar seus resultados.

E se aplicássemos o mesmo raciocínio no campo da inovação? Afinal de contas, a inovação, assim como marketing e vendas, é um pipeline: de um lado entram os conceitos e noções brutas, de outro saem as ideias que podem ser transformadas em ações e fazer o negócio prosperar. Em posse das tecnologias corretas, seria possível gerenciar esse pipeline da mesma forma que se gerencia um pipeline de vendas?

Nossas pesquisas mostram que é possível.

Um de nós, o Dylan, analisou dados de 154 empresas de capital aberto relativos a cinco anos, cobrindo um total de 3,5 milhões de funcionários que utilizaram um sistema de gerenciamento de ideias chamado Spigit. Para os milhões de funcionários dessas empresas, o sistema de gerenciamento de ideias funciona de maneira similar ao Facebook — as pessoas postam ideias, recebem votos, dão ou respondem a um feedback e transformam as ideias em inovações que afetam o desempenho da empresa. As equipes de inovação dessas empresas utilizaram essas informações para rastrear e processar todas as ideias e descobrir se as empresas comprometeram-se a colocá-las em prática. Algumas empresas usam esse software para implementar inovações; outras desenvolvem novos produtos; e outras ainda estão em busca de eficiência e economia de custos.

Uma vez introduzida a inovação em um sistema como esse, pode-se rastrear tudo. Saberemos quantos desafios relacionados à inovação as empresas estão enfrentando, quantas pessoas estão sugerindo novas ideias e quantas ideias elas sugerem. Sabemos quantas pessoas estão contribuindo de outra forma — votando ou fazendo comentários, por exemplo. E também sabemos quantas ideias sobrevivem até a fase final, isto é, o ponto onde a gerência da empresa determinará quais devem ser investigadas mais a fundo. Usamos uma regressão linear para analisar cada medida em potencial que o sistema inclui ao longo de três meses, período que o sistema estava ativo dentro da empresa.

Mas o que descobrimos analisando todos esses dados foi que a inovação é realmente uma ciência. E, surpreendentemente, as variáveis que fazem com que um programa de inovação obtenha sucesso independem de a empresa estar em busca de inovações revolucionárias ou adicionais. Não importa se querem inovações no processo ou em produtos, em qual setor encontra-se a empresa, nem mesmo, na maioria das vezes, se a empresa é grande ou pequena.

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Wednesday, 03 January 2018 12:10

5 tendências de marketing para 2018

publicado na Adnews em 2/1/18

autor: Por Artigo de Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para a América Latina

 

Marketing é uma disciplina em constante transformação. Em tempos de quarta revolução industrial, o impacto do digital e da tecnologia possibilita o "santo graal" da personalização em escala e do conhecimento profundo do cliente. Trabalhamos junto com a Salesforce Research (a área de pesquisa da Salesforce) para identificar as principais tendências de marketing para 2018.

O futuro do marketing é contextual
Publicidade é desenhada para distrair o consumidor e tentar desta forma capturar a sua atenção. Contexto vai na direção oposta e procura se alinhar ao que está na cabeça do consumidor. Veja o Facebook, por exemplo. Cada vez que nos logamos nesta mídia social existem, em média, mais de 1.000 posts esperando por nós. Porém, os algoritmos do Facebook irão mostrar apenas aqueles que são contextuais a você naquele momento. É por isso que o alcance orgânico de company pages caiu 1%. Sem o contexto do momento, nossas mensagens não terão relevância e, portanto, serão filtradas. Contexto é o futuro do marketing porque é o que os consumidores querem, é o que o novo ambiente de mídia apoia e está se provando como uma forma muito mais eficaz de direcionar a ações dos consumidores do que a publicidade.
 
Causas são o novo fundamento do marketing
A próxima tendência definindo o futuro do marketing em 2018 é a noção de Causas ou Propósitos. Vários líderes de marketing já anunciaram que estão concentrados em revisar suas estratégias e começar a fazer "marketing orientado a causas". Executivos de marketing de empresas de alta-performance são 2.2 x mais propensos a usar este tipo de método. O motivo é simples: os clientes querem isso. Recentemente nosso time de pesquisa trabalhou com a The Economist em uma avaliação de mercado e identificaram que 79% dos consumidores preferem comprar produtos de uma empresa que opera com propósitos sociais (os dados serão publicados pelo Economist Insights Team no começo de 2018). O marketing orientado a causas é uma abordagem integrada e o novo fundamento do marketing.
 

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nosso artigo na Revista Abigraf 290

Em nosso artigo na edição anterior desta revista Abigraf, ressaltamos as mensagens do livro A Revanche do Analógico, bastante atual e pertinente no que se refere a novas reações positivas de muitas pessoas, jovens inclusos, diante do material impresso: livros, revistas e outros, principalmente em face do sucesso da comunicação digital. O sucesso do digital permite ver melhor agora as vantagens comparativas do impresso. Uma constatação que devemos saber explorar.

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